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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sintomas da Gravidez

Essa postagem é para as treinates inexperientes, que assim como eu querem saber mais sobre o assunto:

As transformações hormonais do início da gravidez podem explicar, em parte, a presença de sintomas neste período.
Visto que toda gestante passa por elas e nem todas manifestam os mesmos sintomas e que estes apresentam variações quanto à ocorrência, severidade e persistência, os sintomas caracterizam-se por serem uma forma de expressão do inconsciente.
Sendo assim, estão em relação direta com a história pessoal da mulher, história do casal, momento que estão vivenciando, bem como o tipo de personalidade da gestante.
Por ser a gravidez um período emocionalmente riquíssimo e fecundo e que propicia a regressão a uma infância mais precoce, os conflitos infantis, conscientes e inconscientes mal elaborados, reatualizam-se.
Assim, a formação dos sintomas seriam uma forma do corpo expressar uma palavra "em sofrimento". O significado de cada um torna-se, então, específico a cada gestante e assim deve ser compreendido e interpretado.
Muitas mulheres percebem-se grávidas antes mesmo da confirmação de qualquer exame clínico e ou laboratorial, outras muito mais tarde. Nestes casos, poder-se-ia pensar que está em jogo um auto-conhecimento profundo, uma sintonia com o próprio corpo, quando qualquer alteração é perfeitamente percebida pela mulher, ou então, uma negação da futura maternidade, como se com isto pudesse evitar a gravidez ou suas preocupações frente a ela.
Um dos primeiros sintomas a surgir é a hiperinsônia, uma sonolência tão intensa durante o dia, que as horas costumeiramente dormidas já não se fazem suficientes. A mulher passa a ficar mais introvertida, afasta-se dos demais, como se precisasse evitar os estímulos internos e externos através do repouso, numa preparação para o trabalho que se inicia. Durante a noite, entretanto, pode surgir a insônia, que deve ser compreendida como uma ansiedade frente à gravidez, já que o atraso menstrual começa a suscitar dúvidas.
Com o estado regressivo, a mulher revive inconscientemente seu próprio nascimento e, identificando-se com o bebê, passa a funcionar como se fosse ele, dormindo durante o dia para acordar durante à noite.
Isto porque à noite, com o corpo reagindo contra as queimações estomacais, má digestão, azia, pernas pesadas e o fato de se levantar várias vezes para ir ao banheiro, a gestante não pára de se mexer, e isto poderia explicar o fato de o recém-nascido ficar com o ritmo de sono invertido. Náuseas e vômitos são outros sintomas comumente passíveis de ocorrer no primeiro trimestre, quando ainda a mulher não tem a confirmação da gravidez ou simplesmente pelo fato de não ver-se grávida, uma vez que seu corpo não apresenta alterações visíveis.
Geralmente ocorrem pela manhã, ao despertar, e necessariamente também funcionam como uma clara evidência desta gravidez, ao mesmo tempo que são uma válvula de escape ante a ansiedade da dúvida.
Estudos realizados quanto à severidade desta ocorrência demonstraram que a presença destes sintomas de forma moderada, podem ser explicados como sendo originários das transformações biológicas que acomete a mulher.
Desta forma, quando da manifestação severa de náuseas e vômitos e que se constituem na hiperemese gravídica, os mesmos estudos revelaram profunda e forte influência da ambivalência materna com relação ao seu estado.
A hiperemese gravídica é um distúrbio que coloca em risco a gestação, pela freqüência contínua dos vômitos e náuseas, muitas vezes sendo necessária a hospitalização da gestante, seja pelo perigo de desidratação como pela possibilidade de aborto.
Assim, as mães que rejeitaram ou aceitaram claramente a gravidez, não foram as que manifestaram tais sintomas, porém, as que mais oscilaram entre aceitá-la e rejeitá-la. Como se através dos vômitos pudessem eliminar os sentimentos negativos de rejeição, ficando apenas com os positivos que se referem à aceitação, dissociando o bom e o mau dentro de si.
Se entendemos que a mulher encontra-se em estado regressivo, de intensa identificação com o seu bebê, podemos relacionar tais sintomas também como uma forma de expressão desta identificação, ou seja, até os três primeiros meses de vida extra-uterina, o bebê também apresenta vômitos e náuseas. A mulher estaria antecipando o que vivenciaria com ele.
Outra manifestação típica deste período é a presença dos desejos e das aversões. Houve um tempo em que estes sintomas eram muito mais intensos e freqüentes e que coincidiam com a incapacidade de encontrar o objeto dos desejos para satisfação da mulher, bem como a relação altamente dependente desta com seu parceiro.
Atualmente, com a disponibilidade dos alimentos congelados, mesmo fora de época, é possível encontrá-los em supermercados e casas do gênero e a mulher não se encontra mais na mesma relação de dependência, podendo ela mesma satisfazer seus desejos sem a participação do parceiro.
Refletindo sobre este aspecto, poder-se-ia deduzir que, através dos desejos incontroláveis, a mulher estaria expressando outra coisa, talvez chamar a atenção do pai do bebê, pressioná-lo inconscientemente, a se ocupar deste filho que estava sendo gerado. Seria uma forma, também, de o homem começar a exercitar seu papel de futuro pai, já que naquela época, muito mais que agora, a criação do filho era tida como função exclusivamente da mulher.
Hoje em dia, com todos os estudos elaborados, nossa cultura insistindo na importância da presença paterna desde o início da gravidez, com a conscientização do homem que o tornou mais participativo, podemos crer que os desejos incontroláveis começar a perder a razão de ser.
Mas os desejos também podem ser vistos como um primeiro discurso deste filho que está sendo gerado, ou seja, expressão de uma necessidade nutritiva. Assim, a mãe já estaria captando seus desejos e satisfazendo-os, numa relação de troca, de sintonia com as necessidades dele.
As crises de choro incontroláveis por que passam algumas gestantes, seguidas ou não de atitudes mais depressivas, são outros sintomas comuns à gravidez e que independe do o fato de ter sido desejada ou não.
Muitas mulheres se chocam ante tais sensações, pois não condizem com a felicidade de estar esperando um filho. Desta forma, qualquer coisa pode levar a mulher às lágrimas, sem compreensão aparente. Poder-se-ia dizer que tais manifestações têm relação com a hipersensibilidade materna, porém não bastaria.
Novamente podemos relacionar tais sintomas com o estado regressivo em que se situa a gestante e que encontra eco com a primeira expressão do recém-nascido: o choro.
Poder-se-ia, também, relacioná-lo com uma maneira inconsciente de fazer lugar ao filho. Como se a mulher precisasse, através das lágrimas, elaborar a perda do próprio lugar de filha para assumir seu novo papel de futura mãe. Uma necessidade inconsciente de deprimir-se, fragilizar-se, para permitir que o filho adquira forças para ocupar seu próprio lugar.
As oscilações de humor seriam compreendidas, então, como o próprio esforço da gestante em se adaptar a uma nova realidade de vida e que acarreta novas responsabilidades, funções e aprendizagens.
Assim também, a presença de maior apetite e que, conseqüentemente, leva ao aumento exagerado de peso da gestante. Pode-se pensar que é devido à ansiedade frente à nova situação ou mesmo pela ansiedade da dúvida de uma gravidez ainda não confirmada ou até mesmo pela necessidade de fazer um lugar na sociedade, já que seu corpo ainda não está visivelmente grávido.
Muitas vezes o ambiente social imediato, aqui incluindo o futuro papai, não compreende e critica a gestante por sua instabilidade emocional, por não se cuidar ou pela indisposição em executar as tarefas do cotidiano, o que reforça a culpa da mulher.
Tais reações fazem-na sentir-se mais só e abandonada, desprovida do apoio e atenção que tanto necessita e a faz sofrer intensamente.
Mas o homem também se encontra fragilizado, desestabilizado, tentando transpor suas próprias dificuldades e angústias, com grande esforço. Assim, as reações do ambiente nem sempre são as esperadas pela gestante, decepcionando-a sobretudo.
Concluindo, poderíamos compreender que, pelo fato de a mulher inconscientemente se perceber remetida à sua própria origem, numa identificação maciça com o bebê que espera, repete sua própria história na gravidez, antecipando a história do bebê.
Assim, os sintomas iniciais do primeiro trimestre da gravidez seriam uma repetição antecipada do que a espera em relação ao recém-nascido, neste mesmo período de vivência extra-uterina.
Até o terceiro mês de gestação, o embrião encontra-se em estado fusional, numa dependência total com a mãe. Os sintomas, então, podem ser compreendidos como uma palavra em sofrimento tanto no que concerne à mulher como ao filho que espera. Poderiam ser explicados como uma reatualização do próprio início de vida da gestante, como se vivenciando novamente esta fase pudesse adquirir maior compreensão das necessidades do recém-nascido, podendo, desta forma, satisfazê-lo com maior chance de sucesso.
Vale ressaltar, mais uma vez, que os sintomas, por serem inconscientes, não devem ser interpretados igualmente a todas as gestantes, pois dependem do contexto em que foi gerado o bebê, da história de vida da mulher, do casal e do tipo de personalidade dela. Assim, cada sintoma terá um significado próprio para cada gestante e será diferente, também, na mesma mulher porém em outra gestação.

Fonte: Guia do bebê

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mais sobre Anovulação


anovulação

A ovulação consiste na libertação de um óvulo maduro por um ovário e é fundamental para o processo de reprodução. Anovulação é o termo médico que designa a ausência de ovulação. As mulheres que sofrem desta anomalia podem ter ainda algumas menstruações, mas, na maioria dos casos, tal não acontece (amenorreia). A anovulação é diagnosticada em 20 25% dos casais que apresentam problemas de fertilidade.

sintomas

causa

tratamento

sintomas
A anovulação caracteriza-se essencialmente por perturbações do ciclo menstrual, tais como a amenorreia (ausência de menstruação) ou oligomenorreia.

Oligomenorréia o que é

A oligomenorréia é uma doença que aparece na vida da mulher assim que ela percebe uma irregularidade em sua menstruação.
Esse problema começa com uma menstruação atrasada que na maioria das vezes é considerada por muitas uma suspeita de gravidez, afinal a menstruação atrasada é considera um sintoma da gravidez e assim muitas mulheres ignoram o problema e também não procurar um médico para avaliar a causa e diagnosticar o problema.
Oligomenorréia é similar a amenorréia que é uma doença que causa alterações no ciclo menstrual feminino, o qual começa na menarca e acompanha a mulher, chegando até a menopausa.
Como todos sabemos a menstruação nada mais é do que a perda sanguínea que tem origem uterina com caráter cíclico com um intervalo de 28 a 30 dias, podendo variar de mulher para mulher e a duração é entre 3 a 5 dias.
Para que esta menstruação ocorra mensalmente, deve-se haver um completo sinergismo entre o hipotálamo e a hipófise ovariano, causando assim a amenorreia ou a oligomenorréia. Mensalmente o endométrio se prepara para receber os produtos da fecundação que é o espermatozoide e o óvulo e quando isso não ocorre, acontece a menstruação.
As alterações nos ciclos menstruais são mais comuns no período da menarca que acontece na puberdade, pois o organismo ainda está se acostumando a essa perda sanguínea, por isso, há meses em que a menina menstrua e há meses que fica sem menstruar. Além disso, na menopausa há também alterações no ciclo menstrual que acontece por causa da falta de hormônios que o corpo está tendo, causando assim vários sintomas causados pela menopausa.
Já a amenorréia é a falta de menstruação, a qual pode acontecer de maneira primária que é quando a mulher ainda não menstruou até os 16 anos e não apresenta características sexuais e a fase secundária que acontece quando há a falta de 2 ou 3 ciclos menstruais consecutivos, os quais podem ser causados por diversos fatores, como por exemplo, problemas emocionais causados por estresse, excesso de atividade física, dietas radicais que ocorra a falta de nutrientes, a perda de peso exagerada em um intervalo de tempo curto, Síndrome de Kallmann, anorexia nervosa, tumores na hipófise, síndrome da sela vazia, traumatismos, tumores nos ovários, síndrome dos ovários resistentes, anomalias autossômicas, doenças autoimunes, distúrbios da tireoide e tuberculose genital.
Já a oligomenorréia está relacionada com ciclos menstruais longos, menstruando cerca de 45 a 60 dias consecutivos sem parar. É considerado também um distúrbio e, por isso, é necessário identificar as causas, pois há consequências se não for tratado e ainda é algo que incomoda e muito, pois a mulher fica um longo período de tempo menstruando.
Por isso, é de extrema importância a vida ao médico ginecologista para que o mesmo possa fazer o diagnóstico da possível doença e prescrever os possíveis tratamentos, afinal para se definir o tratamento deve-se levar em consideração os fatores que causam as alterações menstruais. Então, assim que identificar qualquer alteração em suas menstruações, procure imediatamente o seu médico.

Exames
Se uma mulher controlar a sua temperatura basal e não detectar um ligeiro aumento de temperatura aproximadamente a meio do seu ciclo, e que se mantém até à menstruação, é provável que não esteja a ovular.

O facto de o muco cervical não apresentar uma consistência mais fina e mais aquosa a meio do ciclo pode ser também um indício de ausência de ovulação. Existem também testes de ovulação que a mulher pode realizar em casa.


causa
A anovulação pode ser causada por diversos factores, nomeadamente desequilíbrios hormonais, idade e menopausa precoce. Geralmente, as causas são classificadas em três grupos distintos:

A causa situa-se a nível central, no cérebro (hipotálamo, hipófise).(Meu caso)

Existe uma alteração do equilíbrio entre a hipófise e os ovários (tal como acontece no caso de SOP).

A causa situa-se a nível dos ovários (tal como acontece com a menopausa precoce).

Fonte: Fertilidade uma Viagem

O aumento da quantidade de prolactina pode ser incluído no grupo 1 ou 2 (Meu caso)

tratamento

Os tratamentos para a anovulação vão desde a administração de fármacos (comprimidos e injecções) a procedimentos mais complexos. O tipo de tratamento mais adequado depende, entre outros factores, da causa da anovulação. Normalmente, começa-se pelo método de tratamento mais simples. Seguidamente, poderão ser iniciados outros tratamentos até que exista ovulação.


O tratamento mais simples consiste na administração de fármacos estimulantes da ovulação. Nos casos mais graves, pode ser considerada a hipótese de recorrer à fertilização in vitro (FIV). Apenas nos casos em que já não existam óvulos – tal como acontece, por exemplo, na menopausa precoce – será considerada a doação de óvulos como último recurso.


Fonte: Fertilidade uma Viagem

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dicas Ricas para Treinantes

Boa tarde meninas!

Essas são novas dicas para treinates. Sei que esperar até que o dia do tão sonhado positivo é acompanhado de muita ansedade, A cada mês é uma espera e uma torcida para que o atrasso da Mestruação aconteça. Não fiquem descepcionadas com a vnda da mestruação, os seus postivos irão vir, a hora de vocês vai chegar! Segue algumas dicas para ajudar a diminuir esse tempo de espera que é cercado por mutas incertezas.Essas dicas foram extraidas de um tópico do efamily, adona desse tópico é a: Gabi. Essas dicas me ajudaram a combater mais a ansiedade e espero que ajude vocês também:


"Resolvi hoje especialmente escrever isso aqui para as treinantes, sei que diariamente muitas que estão lutando pelos seus bebês passam aqui no fórum, entram em minha página e lêem a minha história.
Pois bem, treinantes são estudantes de faculdade, umas levam mais tempo a se formar, outras menos tempo.

No primeiro ano as dúvidas das treinantes são SEMPRE essas aqui:
Será que estou grávida? Estou com dor de cabeça, será que to grávida o que vcs acham?
estou com os seios doloridos...ou.... estou com corrimento branco pastoso...ou... estou com um sintoma  estranho...ou, to com enjoo....ou... to com isso e mais aquilo, será que to grávida o que vcs acham?

E aí ficam aguardando respostas do tipo: _Ah sim, você deve estar sim.
Mas daí passam alguns dias e a monstra chega e cai a ficha que aqueles sintomas eram apenas psicológicos ou apenas a ansiedade por ser mãe.

No início da minha luta eu fazia esse tipo de pergunta que vemos aos bandos todo dia aqui no fórum até o dia que eu falei a mim mesma: ""Qué sabe, sintomas não querem dizer nada, nem vou mais ficar apurrinhando o pessoal aqui com essas perguntas pque a única coisa que acontece é me darem respostas de esperança e no final sempre a monstra vem, então vou é deixar uns testes de farmácia aí guardados e faço duma vez, assim não fico encanada, nem alimentando esperanças frustradas.
Enfim, a resposta pra 'estou sentindo tal coisa, será que to grávida?" é: _Deixe testes de farmácia guardados e faça, é o único jeito de saber!!!!!!!!Ou se tiver com disposição pela logo um Beta quatitativo no laboratório.

Com o passar do tempo em que eu treinava, ía aprendendo uma coisa diferente, acho que aprendi mais de dez métodos diferentes para se conseguir engravidar e vamos a lista abaixo. as treinantes, podem colocar cada uma delas no google e pesquisar depois:

1º que tentei foi a ÁGUA INGLESA. Comigo não funcionou, mas eu juro que perdi as contas de quantos positivos eu vi aqui e no orkut com essa milagrosa agüinha aí. Toma-se no 1º dia da menstruação, 3 pequenos cálices ao dia antes das principas refeições até terminar o frasco.

2º SAÚDE DA MULHER, outro fitoterápico que vi fazer milagre em muitas mulheres. Toma-se no 1º dia da menstruação, 2 pequenos cálices ao dia misturado com um pouco de água antes das principas refeições até terminar o frasco. Como o frasco é pequeno, aconselham-se dois frasquinhos.
3º BANHO DE ASSENTO DE BICARBONATO DE SÓDIO MEIA HORA ANTES DAS RELAÇÕES, ele alcaliniza o PH ácido mantendo os peixinhos vivos por mais tempo o que acaba aumentando as chances.
4º FOLICULINUM CH6 E OVARINUM, não me lembro como tomar, eu tomei por um ciclo só, mas é só fazer a busca no google que explica como tomar outro qu ja vi fazendo maravilhas na mulherada.
5º PERNAS ELEVADAS APÓS EJACULAÇÃO, por 40 minutos, sempre fiz dessas até que um dia deu certo...rsrsrs. (Para quem tem útero retrovertido como eu, pode se deitar de bruços com uma almofada embaixo das pernas)
6º UXI AMARELO E UNHA DE GATO - ajuda na limpeza de miomas e cistos, mas é um tratamento demorado de aproximadamente 3 meses e deve-se ser feito somente com os chás puros dessas ervas.
7º VITAMINA E 400 MG - essa eu tomei por 2 meses antes de engravidar, não sei se foi ela que ajudou. A vitamina E fortalece os óvulos e deixa eles com a camada mas macia para penetração do esperma.
8º TESTES DE OVULAÇÃO - pra mim eles eram um companheiro mensal, não vivia mais sem eles. São tirinhas e se faz igual teste de farmácia, quando vai se aproximando o período fértil faz o teste e quando acusam duas linhas fortes, é um aviso que a ovulação deverá ocorrer dentro de 12 a 48 horas no máximo. (pode-se comprar na farmácia, no mercadolivre ou no ebay. Olha se tiver cartão internacional aconselho pegar no ebay que vem um pacote com um monnnnnnnnnte e mandam junto uma penca de testes de gravidez de brinde, eu tinha estoque aqui deles)
9º TEMPERATURA BASAL, também é um bom método para se saber o dia que ovulou, eu fiz algumas vezes mas chegou uma hora que encheu o saco e larguei meu termômetro.
10º CONCEIVE PLUS - usei ele no mês que engravidei e acredito muito que ele foi o principal que me ajudou, aliás, primeiramente foi DEUS, depois o conceive. É um lubrificante que ajuda os peixinhos a nadarem colo adentro além de tirar a acidez vaginal, assim eles não morrem tbém. Só se acha ele nos EUA, aliás, tem algumas meninas daqui do fórum que compram e revendem ele, é só fazer uma busca que acham por aqui, foi tanta gente que me procurou querendo comprar o meu que to pensando seriamente em abrir uma loja de tentantes daqui a pouco com esses produtos dos EUA viu...rsrs.
11º ÓLEO DE COPAÍBA, foi um achado esse que fiz pela internet, na verdade eu procurava uma coisa e caí na página disso aqui, olha, fazia muito tempo que eu não via o muco elástico e após tomar por um mês esse óleo vi um muco que era bonito de se ver, e foi no ciclo que engravidei tbém. Ele limpa cistos, trompas, útero a partir de um mês de uso. Procurem no youtube por "Bálsamo da Amazônia" é o mesmo que óleo de copaíba, e vejam as maravilhas que ele faz. Indiquei para uma colega que tem trompas obstruídas, ela tomou por um mês, fez uma nova histero e estavam quase limpas bilateralmente, o contraste passou, creio que se ela manter o tratamento mais dois meses ficará 100%.
12º HISTEROSSALPINGOGRAFIA, muitasssss, mas muitas mesmo conseguem seus positivos um dois ou três meses depois de fazer este exame, pois as vezes a mulher demora a engravidar e aí pode estar o problema, alguma obstruçãozinha nas trompas. Esse exame dói um pouco, mas vale a pena fazer.
Além destas coisas que usei acima que citei nos 11 itens, lembro-me que comprei uma garrafada de uma loja de ervas, e fiz tratamento de 3 meses com indutor e US seriada.
Nesse tempo de treinante eu lembro-me bem que eu sentia de tudo, sintomas diversos e nunca era baby até o dia que engravidei de verdade e não senti nada, aí eu tive a grande certeza que sintoma é coisa relativa mesmo.
E quado tava pertinho da monstra vir que vinha uma borrinha???? Era um saco, todo santo mês dois ou três dias antes da mardita chegar vinha uma sujeirinha de nada e parava e eu sempre colocava a esprança na nidação, ahhh mas eu semmmpre achava que era nidação e montava mil tópicos aqui pescando depoimentos de quem teve na gravidez, no fim, nem tive essa famosa aí, fiquei grávida nao veio borra nenhuma, aliás, tive sim, com 7 semanas mas o motivo foi algo meio grave, um descolamento do saco gestacional e não nidação.
Bom, cheguei ao final desta faculdade agora montando meu TCC, ao final da apresentação tudo estando bem cuidado levarei meu diploma chamado SAMUEL!.
QUEM GOSTOU, AVALIA EU AÍ BELEZA?

Beijos extremamente férteis a todas e boa sorte

**********EDITADO - LEMBREI DESSAS COISAS AQUI********

Ola Meninas, ess tópico foi um resumo de tudo, meu marido tomou vitergan zinco plus pra dar um UP nos peixinhos, tomou centrum também.

Outra dica que eu esqueci de colocar, peçam a eles que próximo o PF e durante seja evitado tomar coca - cola, ela deixam os peixinhos preguiçosos.(proíbi meu marido de entrar esse redri em nossa casa nos ultimos dois meses de tentante, quem sabe pode ter sido outro fator que ajudou.)

Uma hora antes da relação experimento da uma xícara de café preto ao marido, assim os peixinhos ficarão mais agitados e hágeis. (fiz isso no dia que engravidei...kkk)

O óleo de copaíba eu comprei neste site: www.belasaudenatural.com.br "

Fonte: Tópico da Gabi no e-family.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como Melhorar A Fertilidade


•Alimentação

•Vitaminas e suplementos nutricionais

•Exercícios físicos moderados

Manter ou buscar o peso ideal e os bons hábitos é fundamental. Afastar-se do cigarro. bebida alcoólica e drogas, além de tomar cuidados com medicamentos que podem interferir na fertilidade é obrigatório. Se todos estes itens forem cumpridos, o homem deve estar atento a alimentação e atividades físicas.

AlimentaçãoA alimentação tem um papel importante na fertilidade do homem (e da mulher também), visto que as funções vitais dependem de elementos químicos específicos que devem circular no organismo. Cada órgão tem a sua necessidade: os ossos precisam de cálcio, o sangue precisa de ferro, os olhos de vitamina A e assim por diante. A ausência de determinadas substâncias pode reverter num baixo rendimento no funcionamento dos órgãos necessitados. Outras substâncias em excesso como a cafeína além das provenientes de alimentos "trash" (hamburguer, pastel, salgadinhos, etc), também prejudicam o bom funcionamento do organismo de um modo geral.

Vitaminas e suplementos nutricionaisUma das causas da infertilidade é o "estresse oxidativo" causado por vários fatores, entre eles o aumento de radicais livres, a poluição e o próprio estresse diário das pessoas. Frente a isto vários produtos têm sido lançados no mercado com o objetivo de bloquear a ação deletéria destes fatores do meio ambiente e hábitos de vida inadequados, mas, nem todos têm mostrado resultados convincentes. No momento, as únicas substâncias que têm demonstrado algum efeito benéfico são as vitaminas C e E , a coenzima Q 10, o Picnogenol, selênio e o Zinco. Outras como L-Carnitina e o Pro-Seed tem sido considerados ineficazes e por isso não têm sido recomendados por nós e outros especialistas. As vitaminas C e E têm também o objetivo de minimizarem as chances de problemas cromossômicos do bebê.

  Fontes de alimentos recomendáveis

Vitamina E Óleo de germe de trigo, óleo de girassol, nozes, amendoim e brócolis.

Vitamina C  Laranja, brócolis, couve e couve flor.

Ac. fólic Nozes, soja, queijo, ovos, brócolis, espinafre, aspargos, vagem branca, leguminosas, ervilha, suco de laranja, laranja, bananas, morango, pão integral, grapefruit.

Zinco Cereais integrais, carne de peru escura, ostras, frutos do mar, germe de trigo, ovos, abóbora, avelãs e outras nozes, feijões, levedo de cerveja, cebolas.

Cálcio Leite, yogurte, queijo, nozes, ergelim, ervilhas, feijão, lentilhas e vegetais de folhas verdes.
Ferro Carne vermelha, carne de aves, ovos, grãos integrais, ervilha, lentilha, feijão, vegetais com folhas verdes escuras, frutas secas, ameixas, levedo de cerveja.

Selênio Fígado, rins, frutos do mar, cereais integrais, alho, castanha-do-pará e cogumelo. Este mineral também ajuda a prevenir contra o câncer de próstata.

Vitamina A Fígado, brócolis, frutas e vegetais de cor amarela, laranja e/ou vermelha (cenoura, damasco seco,...).

Vitamina D Peixes (salmão, sardinha, arenque fresco), gema de ovo, leite (recomenda-se também a exposição à luz solar).

Exercícios físicos moderadosTanto para o homem como para a mulher, os exercícios moderados são úteis e ajudam a aumentar a chance de concepção do casal. Aqueles que NÃO estão habituados a esta prática devem iniciar lentamente, supervisionados por profissionais especializados, aumentando progressivamente a carga e as atividades, e de acordo como o permitido pelo organismo; exageros não são bem-vindos! As atividades mais aconselháveis para as iniciantes são: caminhadas, natação, yoga, e ciclismo. São de baixo impacto tanto para a musculatura como para as articulações e devem com o tempo alcançar na mulher uma freqüência de 3 a 4 vezes por semana durante 30 minutos por vez. Correr mais do que 16 quilômetros por semana é exagero nestes casos e podem ser prejudiciais. No homem podem ser acrescentados exercícios mais vigorosos que não ultrapassem de 20 minutos, 3 vezes por semana.
Fonte: Fertilidade do Homem

domingo, 11 de março de 2012

Será que é sintomas de gravidez

Boa tarde Meninas,

Tem uma semana que ando sentindo alguns sintomas que não sinto normalmente, e começo a pensar que pode ser gravidez. Eu ja pesquisei na net e tem alguns sintomas que são de gravidez. Pois bem os sintomas são: Enjoo, sono exessivo, fadiga, tonturas, umas cólicas bem fraquinhas, uma dor ao redor do umbigo bem fraca também e  estou sentindo dores lombares.




O que vocês acham pode ser gravidez. A data da minha última monstra foi: 17/02/2012, o meu ciclo é de 25 dias, vou esperar o atrasso da monstra para fazer o teste de farmácia. Vocês que ficaram gravidinhas como foi os sintomas antes de vocês descobrirem que estavam grávidas?

Agurdo respostas de vocês e qualquer novidade eu posto

Bjus Fertéis a todas.

domingo, 4 de março de 2012

Primeiras Roupinhas para o bebê

Parece até maluquice o que vou dizer: Eu não to grávida e ja comprei roupinhas de bebê.
Para menino e para menina.
Alguma de vocês ja comprarm roupas de bebe sem mesmo estar grávida.
A minha vontade de ser mãe é tão grande que antes mesmo de engravidar eu ja comprei roupinhas e ja fiz um sapatinho para o meu futuro bebê.
Filho mamãe ja te ama tanto e te deseja tanto antes mesmo de você ser concebido.

Essas são as fotos de algumas roupinhas e do sapatinho que ja tenho do meu bebê:













Depois vou postar mais fotos de outras coisinhas que ja comprei para o meu filho tão amado e desejado.
Filho não tem um dia que eu não sonhe com você, que não fique imaginado como você vai ser.
Filho vem logo para os braços da mamãe alegrar minha vida

Bjus fertéis a todas.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dicas para engravidar facilmente



Enquanto muitas mulheres fazem de tudo para se prevenirem de uma gravidez outras fazem de tudo para engravidar, muitas dicas caseiras podem acelerar este processo e muitos métodos clínicos são usados para maior eficácia e também em casos de mulheres ou homens que não são férteis, todas as maneiras são válidas para quem deseja ter um filho, pode ser caseira ou não o que vale é conseguir quanto antes à concepção.

 Muitos fatores podem influenciar não basta à mulher deixar de usar os métodos contraceptivos como a pílula em alguns casos pode demorar alguns meses até que o ciclo se regularize, outro fator muito importante para contribuir com a fertilidade é a alimentação e hábitos saudáveis, fumantes, por exemplo, têm menos chances de engravidar quem consome bebidas alcoólicas também.

Na alimentação mulheres devem optar pelos alimentos ricos em ácido fólico, vitaminas, ferro e zinco eles agem diretamente no melhoramento da fertilidade feminina, é importante que o homem também mantenha uma vida mais saudável para ser mais fértil e aumentar as chances de concepção, a atividade física pode influenciar até na fertilidade e pessoas sedentárias também tem menos chances de engravidar.

 Se você quer engravidar, aqui estão algumas dicas:

As relações sexuais têm que ser feitas durante o período fértil e em dias alternados, o período fértil de quase todas as mulheres é entre o 11º e 14º dia do ciclo menstrual, sabendo que o primeiro dia da menstruação é contado como dia 1.

 No período fértil não há necessidade do uso de lubrificantes isso dificulta o caminho dos espermatozoides.

 A excitação antes da relação é propícia para que o homem libere mais espermatozoides.
 Urinar, tomar banho após a relação, usar cremes e lubrificantes podem atrapalhar a entrada dos espermatozoides ao útero.

 Coma melhor para poder engravidar, evitando a infertilidade, Coma mais frutas frescas e hortaliças, que lhe darão menos calorias, os nutrientes que seu corpo necessita para melhorar sua fertilidade.
 Algumas posições podem facilitar opte pela qual oferece mais conforto.

Fonte: Blogers

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Consulta com neurocirurgião

Boa noite Meninas,

Como prometido voltei para dar notícias e dizer como foi minha consulta com o Neurocirurgião.
Ele pediu vários exames de sangue para confirmar se tenho uma doença chamada coushing (abaixo posto um artigo explicando tudo sobre essa doença), Vou precisar fazer uma cirurgia  para tirar o meu tumor da hipofíse.
Mas o que a doença de cushing?

1) Como se manifesta?

Os sintomas e sinais apresentados resultam do excesso de produção de cortisol pela suprarrenal por acção de uma hormona chamada ACTH. Esta é produzida pela hipófise, glândula que se situa na base do cérebro, atrás do nariz. Quando surge um adenoma (tumor benigno) nesta glândula, a produção de ACTH aumenta e podem surgir alterações físicas e psíquicas daí decorrentes.

Fisicamente, os sinais mais habituais são o aumento da gordura a nível do tronco, mantendo-se os braços e pernas magros e o arredondamento da face que também se torna mais vermelha. Podem aparecer nódoas negras com pequenos traumatismos e estrias de cor vermelha no abdómen. Muitas vezes os músculos ficam mais fracos e torna-se difícil levantar de assentos baixos e subir escadas. Os ossos também descalcificam mais rapidamente. A mulher geralmente apresenta um aumento do pêlo e os seus períodos menstruais diminuem ou desaparecem. O homem queixa-se frequentemente de diminuição do desejo sexual e da potência. A diabetes e a hipertensão podem também ocorrer. Em quase metade dos doentes surgem alterações do humor e do sono, irritabilidade e por vezes depressão.



2) Como se diagnostica?
  
 a) Análises

Para se demonstrar a presença da doença é necessário fazer análises à urina e ao sangue. Será necessário obter  colheitas de urina de 24 horas. Relativamente às análises sanguíneas, poderá ter que fazer várias colheitas, algumas precedidas da toma de um medicamento. Em algumas situações poderá ser necessário um curto internamento para tornar mais fácil a execução de provas importantes para um diagnóstico mais preciso.

  b) Imagens

Actualmente a Ressonância Magnética é o exame mais indicado  para a investigação da doença de Cushing dado detectar a maior parte dos adenomas que são habitualmente pequenos.

3) Como se trata?

 O tratamento passa quase sempre pela cirurgia. Esta é hoje realizada através de um pequeno corte na base do nariz e chama-se cirurgia transesfenoidal, sendo feita sob anestesia geral. Assim, o cirurgião chega à hipófise sem ter que mexer no cérebro. Após a cirurgia, vai sentir-se progressivamente melhor, com mais energia e as modificações que tinham ocorrido no seu corpo vão regredir, ainda que possa levar meses a anos. Também depois da cirurgia, terá que fazer várias análises hormonais para se ter a certeza de que ficou curado. Precisará provavelmente de ficar a tomar temporária ou definitivamente uma hormona chamada hidrocortisona, que é um outro nome do cortisol. O seu médico explicar-lhe-á como a tomar diariamente e as situações em que terá que modificar a dose. No caso de não ficar curado, poderá ter que fazer outros tratamentos mas nesse caso, mais uma vez, o seu médico lhe explicará os procedimentos e o esclarecerá nas suas dúvidas.

Fonte: SPEDM

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Causa da hiperprolactimia

Boa tarde meninas,

Dei uma sumida aqui do blog, peço desculpas mas foi por uma boa causa que é cuidar da minha saúde, precisei viajar para fazer alguns exames.
Finalmente descobri a causa da minha infertilidade e porque a minha prolactina esta tão alta. Após fazer uma resonância magnética e descobrir que tenho um prolactinoma 2,3mm (tumor benigno na hípofise), vou ter que passar por um neurocirurgião para fazer o meu tratamento, so depois do tratamento que poderei engravidar, o tratamento vai durar de seis meses a um ano. Vou postar um artigo que encontrei na net, que explica o que fazer para detectar a doença e qual o tratamento:

Os prolactinomas são tumores benignos da hipófise (glândula endócrina que se localiza na base do crânio, numa cavidade óssea situada atrás do nariz designada de sela turca) que se caracterizam pela produção anormalmente elevada de prolactina (hiperprolactinemia). Esta hormona tem como principal efeito a estimulação da produção de leite pelas glândulas mamárias (galactorreia). São muito mais comuns na mulher do que no homem e se apresentarem dimensões inferiores a 1 cm são designados de microprolactinams e se superiores a 1 cm de macroprolactinomas. Só uma minoria (<10%) dos microprolactinomas é que tem tendência para crescer e evoluir para um macroprolactinma. Geralmente as quantidades de prolactina no sangue estão relacionadas com o volume do prolactinoma.



MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Os prolactinomas habitualmente manifestam-se clinicamente de uma forma diferente consoante se trate de uma mulher ou de um homem.

Na mulher o quadro clínico é mais expressivo e são mais frequentes os tumores muito pequenos com dimensões inferiores a 1 cm, microadenomas (microprolactinomas). A hiperprolactinemia estimula as mamas levando à saída de líquido leitoso pelos mamilos (galactorreia) podendo ser espontânea ou provocada pela expressão das mesmas. Este gesto deve ser evitado uma vez que leva a que a galactorreia se mantenha. Os ovários passam a funcionar de forma deficiente levando a irregularidades nos períodos menstruais com perda mesmo da menstruação (amenorreia). Isto é muito típico e chamamos a esta situação de amenorreia-galactorreia. Uma vez que há uma deficiência no funcionamento dos ovários a mulher pode queixar-se ainda de dificuldade em engravidar (infertilidade), diminuição do desejo sexual (libido), descalcificação dos ossos (osteoporose) devido à baixa das hormonas femininas, os estrogénios. Apesar de os microadenomas serem os mais frequentes as mulheres também podem ter tumores de maiores dimensões (>1cm), macroadenomas (macroprolactinomas), que habitualmente se acompanham ainda de outros sintomas como dores de cabeça (cefaleias) e alterações da visão, sobretudo da visão periférica (por exemplo, num cruzamento pode não se aperceber dos carros que vêm de lado).

No homem os prolactinomas são na sua maioria macroadenomas (macroprolactinomas). A hiperprolactinemia pode, de início, não dar sintomas ou pode provocar, por inibição da produção da hormona masculina pelos testículos, a testosterona, diminuição da libido, diminuição da potência sexual, infertilidade, que com frequência são atribuídos pelo doente à sua ‘natureza’ ou a ‘coisas da idade’. Sendo assim o tumor vai crescendo até que começa a dar cefaleias e alterações da visão. Muitas vezes só é diagnosticado nesta fase quando já é muito grande.

Quando os tumores são de grandes dimensões podem comprimir a hipófise normal e comprometer o funcionamento de outras hormonas.




DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de um prolactinoma é efectuado pela elevação persistente da prolactina acompanhada pela sua visualização, na maioria dos casos, numa RM (ressonância magnética) e/ou TAC (tomografia axial computorizada). Actualmente considera-se a RM como o melhor exame uma vez que permite obter imagens mais detalhadas. 

Quando se afirma que os valores de prolactina no sangue estão elevados é importante recordar duas coisas:

1) A prolactina pode estar elevada e não haver nenhum tumor da hipófise. As causas mais frequentes desta situação são: a gravidez e amamentação, estimulação manual do mamilo, síndrome do ovário poliquístico, traumatismos do tórax, stresse, exercício, hipotiroidismo, insuficiência renal, insuficiência hepática, etc. Destacam-se os medicamentos que são uma causa frequente de hiperprolactinemia sendo os mais comuns: os anti-depressivos, ansiolíticos, contraceptivos orais (pílula), modificadores da função digestiva, etc.

2) Existem outros tumores da hipófise, que não são prolactinomas mas que também podem levar a uma elevação da prolactina, por outros mecanismos. É importante distinguir estes tumores dos prolactinomas uma vez que o tratamento geralmente é diferente. 



TRATAMENTO

Tratamento médico: em geral o tratamento de eleição para os prolactinomas é médico e não cirúrgico. Aquele tratamento é eficaz em aproximadamente 80% dos doentes.

 1) Observar e vigiar

Os microprolactinomas como não têm tendência para crescer podem apenas ser vigiados. Esta atitude é mais frequente na mulher após a menopausa em que os ovários deixaram de funcionar normalmente. Na mulher jovem habitualmente devem-se tratar uma vez que a hiperprolactinemia inibe a função normal dos ovários e a consequente produção das hormonas sexuais femininas essenciais à função reprodutora e sexual e a uma boa calcificação dos ossos. Os macroprolactinmas devem ser sempre tratados pois têm tendência a crescer.

2) Tratamento com medicamentos

Nos últimos trinta anos foram introduzidos medicamentos que levam à diminuição da produção de prolactina e, mais importante ainda, à redução do volume do tumor. Estes medicamentos são designados de uma forma geral por dopaminérgiccos. Este tratamento é na maioria das situações muito eficaz mas deve ser encarado como um tratamento crónico. Leva ao retorno das menstruações na mulher e melhoria da fertilidade, da função sexual, das cefaleias e da visão em ambos os sexos.

Habitualmente inicia-se o tratamento com uma dose muito pequena que se vai aumentando progressivamente até à dose adequada para cada doente uma vez que podem surgir alguns efeitos secundários. Estes são normalmente transitórios e sem gravidade sendo os mais frequentes: náuseas, vómitos, dores de estômago, mal-estar geral, congestão nasal, secura da boca, sonolência, dor de cabeça, baixa da tensão arterial, excitabilidade, etc. Se começar com uma dose pequena estes sintomas normalmente desaparecem com a continuação do tratamento. No entanto há doentes que são particularmente susceptíveis não tolerando mesmo a medicação mas são raros.

Actualmente dispomos fundamentalmente de dois medicamentos:


•A bromocriptina (Parlodel®) que é o mais antigo e com o qual se tem maior experiência. Há comprimidos de 2,5 mg e cápsulas de 5 e 10 mg. Normalmente prescreve-se em uma a três tomas por dia sendo a dose variável de acordo com a resposta do doente. É integralmente comparticipado.
•A cabergolina (Dostinex®) mais recente e com um efeito mais prolongado permite a toma só duas vezes por semana. Pode ser melhor tolerado. Os comprimidos são de 0,5 mg e o tratamento ainda não é comparticipado.
A escolha entre um e outro medicamento depende da tolerância, da eficácia, do custo económico e do parecer do seu médico.

Nos tumores que respondem ao tratamento, a prolactina e as dimensões do tumor diminuem drasticamente em poucos dias.

Cirurgia: normalmente este tratamento é um tratamento de recurso para os casos que não respondem ao tratamento médico ou nas pessoas intolerantes à medicação. O sucesso da cirurgia é maior nos microprolactinomas uma vez que ainda pode ser possível remover totalmente o adenoma. Nos macroprolactinomas raramente a cirurgia é curativa mas pode ser necessária sobretudo se houver compromisso da visão. Sempre que possível opera-se pelo nariz, pela chamada via transesfenoidal. Uma indicação urgente para a cirurgia, e geralmente necessária, é a hemorragia aguda dentro do tumor (apoplexia hipofisária). Esta complicação leva, de forma súbita, a dores de cabeça muito intensas, à perda de visão, visão dupla (diplopia), e/ou insuficiência hipofisária (hipopituitarismo).

Radioterapia: este tipo de tratamento raramente é usado nestes tumores e só está indicado em situações em que o tratamento médico e cirúrgico falhou ou não foi possível. O controlo da doença só se verifica a longo prazo.


GRAVIDEZ

Quando as mulheres em idade fértil da vida pretendem engravidar devem manter o tratamento com os medicamentos até atingirem esse objectivo e dirigirem-se ao seu médico. Há uma grande experiência com o Parlodel® não havendo riscos de malformações e o desenvolvimento do bebé é normal. Com o Dostinex® há menos experiência mas, de momento, parece também não haver riscos.

Nos microprolactinomas o tratamento é habitualmente suspenso uma vez que o risco de crescimento destes tumores durante a gestação é inferior a 5%.

Nos macroprolactinomas pode haver a necessidade de manter o tratamento ficando a decisão a cargo do seu médico. A vigilância da grávida é efectuada pelas manifestações clínicas (cefaleias, alterações da visão) e pela realização periódica de exames oftalmológicos. Pontualmente poderá haver ainda necessidade de efectuar RM. A TAC está contra-indicada. O doseamento da prolactina tem pouco interesse uma vez que os valores normais podem-se sobrepor aos do prolactinoma e podem ainda sofrer uma grande variação.

Fonte: SPEDM ( Sociedade Portuguesa de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Investigação da infertilidade

Bom dia Meninas,

Chega uma hora na vida de tentante em que ja se passou muito tempo e ainda não conseguiu o objetivo do casal: que é a gravidez. Muitas vezes é necessário a realização de exames para detectar possíveis causas de infertilidade e qual tratamento deverá ser seguido para que as frustações acabem e também para que haja sucesso na gravidez.

Mas o que fazer para descobrir se sou infertil ou se o companheiro é ou se a infertilidade é causada por problemas do casal? Abaixo irei responder a esses questionamentos.

Ser mãe é um sonho da maioria das mulheres. Problemas hormonais, físicos e genéticos podem dificultar essa etapa da vida.
Atualmente, com a ajuda de profissionais e com o avanço da medicina na área da fertilidade e da reprodução humana, esse sonho passa a ser cada vez mais fácil de ser concretizado.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se um casal como infértil quando após um ano de tentativas não ocorreu gravidez. Em um casal sem problemas de fertilidade, a chance de gravidez a cada mês é de 20%. Ao final de um ano de tentativas, 85% dos casais engravidam. Os demais podem necessitar de algum tipo de tratamento para conseguirem engravidar.
Nesse processo, considera-se necessário sempre o casal para a investigação, uma vez que as causas de infertilidade podem ser masculina, feminina ou de ambos.
As principais causas da infertilidade na mulher são os distúrbios hormonais que impedem ou dificultam a liberação do óvulo, alterações do muco cervical, a endometriose e problemas nas trompas, causados por infecções ou cirurgias.
A endometriose é uma doença onde as células do endométrio, o tecido presente no interior do útero, crescem fora da cavidade uterina, ao redor do útero e ovários. Está associada com infertilidade, pois pode levar a obstrução nas trompas, alterações nos ovários e dor pélvica.
Na investigação são realizados exames físicos, ginecológicos, hormonais, de trompas e útero, além da ultra-sonografia e da definição do período fértil e da ovulação. Com base nos resultados, indica-se o tratamento mais adequado, que pode ser desde o controle da ovulação até tratamentos cirúrgicos como a videolaparoscopia - técnica utilizada para diagnosticar a endometriose e corrigir problemas nas trompas – e a videohisteroscopia, cirurgia que permite corrigir problemas da cavidade uterina.
No homem, as principais disfunções de fertilidade são as alterações hormonais que causam ausência ou diminuição do número de espermatozóides ou alterações na sua forma ou movimento. Para investigação das causas, primeiramente solicita-se o espermograma. Outros exames podem auxiliar no diagnóstico, como dosagens hormonais, ecografia testicular e biópsia. Descoberto o problema, utiliza-se o tratamento mais adequado. Em grande parte dos casos apenas o tratamento hormonal permite ótimos resultados. O procedimento cirúrgico é necessário para casos de obstrução e varicocele. Na disfunção erétil, o tratamento pode ser tanto hormonal quanto cirúrgico.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.

E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega.

Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.

Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.

Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.
Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.

Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.

Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:

Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.

Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.

Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.

Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.

Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.

Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.

Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.


Fonte: Guia do Bebê UOL

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uxi Amarelo e Unha de Gato

Boa Noite meninas,

Em uma de minhas pesquisas pela net vi algumas meninas falando sobre as maravilhas do chá do Uxi Amarelo e da Unha de Gato para o tratamento de problemas uterinos que causam infertilidade e dificultam na hora de se conseguir uma gravidez.Ficou curiosa? Então leia o artigo abaixo para saber os benefícios dessas duas ervas. Eu comecei a tomar hoje. Assim que tiver um resultado falo com vocês.

 O Uxi Amarelo e a Unha de Gato são duas plantas facilmente cultiváveis no Brasil e que são muito utilizadas na produção de remédios naturais, desde chás até capsulas. Neste artigo discutiremos o efeito das duas plantas e porque são utilizados de forma combinada.

Devemos sempre lembrar que nada que você ler na internet substitui a orientação médica, servindo mais como uma curiosidade para você entender melhor os tratamentos, assim sendo, sempre que você estiver doente ou for realizar um tratamento de saúde por algum motivo, consulte antes um médico. O efeito de remédios variam de pessoas para pessoas, podendo apresentar efeitos colaterais inesperados e não cumprir a função desejada.

Indicações e Contra Indicações

O uxi amarelo, também conhecido como Endopleura uchi ou uxipuçu, é utilizado em forma de uma infusão feita a partir da casca da árvore que deve ser tomada frequentemente durante o dia, seu efeito é o de auxiliar no tratamento de miomas uterinos, infecções urinárias e doenças ligadas a descontroles do ciclo menstrual. Também pode-se utilizar o uxi em forma de capsulas, geralmente a serem ingeridas a cada doze horas, seguindo orientação médica.

Já a unha de gato, também utilizada em forma de chá ou pilulas, é conhecida como anti-inflamatório e por alterar o funcionamento do sistema imunológico, diminuindo inchaços e melhorando a capacidade do organismo de combater infecções, tanto virais quanto bacterianas. Devido à presença de antioxidantes na planta, também existe a pesquisa sobre seu efeito no auxilio do tratamento a doenças mais graves, como câncer ou AIDS, porém nada conclusivo.

A combinação destas do uso destas plantas é muito comum, uma vez que o efeito anti-inflamatório gerado pela unha de gato auxilia a ação do uxi amarelo em úteros problemáticos.

Porém o uso desta combinação para engravidar é questionável, por mais que existam relatos de sucesso, o reforço causado no sistema imunológico pela ação da unha de gato pode vir a gerar problemas com o feto, motivo pelo qual não devemos utilizar da planta em grávidas ou mulheres que pretendem engravidar.

Obviamente pode-se fazer uso da combinação uxi amarelo e unha de gato para auxiliar algum tratamento uterino e após o termino do tratamento, suspender o uso por um tempo e então tentar engravidar, obviamente que seguindo orientação de um profissional especializado.

Fonte: Cuidar.com

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dicas para Treinates

Pode ser que você esteja só começando a pensar em engravidar. Ou talvez já esteja treinando e queira saber se esses sintomas são de gravidez ou não. Pode ser que você ache que a gravidez está demorando demais e esteja preocupada.


Da decisão à gravidez em 20 passos
Escrito para o BabyCenter Brasil
 1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico
2. Pense duas vezes antes de cair na balada
3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia
4. Tente se aproximar do seu peso ideal
5. Encha a geladeira de comida saudável
6. Monte e siga seu programa de exercícios
7. Vá ao dentista
8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família
9. Marque uma consulta com o ginecologista
10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando
11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público
12. Faça as contas e programe sua vida financeira
13. Planeje seu espaço físico
14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental
15. Proteja sua saúde e evite infecções
16. Pense bem
17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)
18. Apimente sua relação
19. Pare de usar seu método anticoncepcional
20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos
Parabéns! Você finalmente decidiu: vai tentar engravidar. Mas espere um pouco. Será que você pensou em tudo mesmo? Antes de ir às vias de fato e começar a tentar, siga nosso passo a passo para botar a vida em ordem e fazer tudo direitinho:

1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico
O ácido fólico é uma substância que evita defeitos no bebê, mas o melhor é que seja tomado pelo menos um mês antes de a mulher engravidar.
Mesmo que você ainda não tenha ido ao ginecologista para dar a notícia de que quer engravidar e fazer os exames necessários (leia abaixo), já pode ir tomando o ácido fólico, que é vendido sem receita médica nas farmácias, e fornecido gratuitamente em postos de saúde.
O ideal é comprar apenas o ácido fólico, e não um complexo de vitaminas. O excesso de vitamina A (mais que 770 mcg RAE ao dia) pode ser prejudicial ao feto. Leia mais no nosso artigo sobre o ácido fólico.
A dose recomendada de ácido fólico é de pelo menos 400 microgramas (mcg), equivalente a 0,4 miligrama, ao dia. O ácido fólico não engorda e é bem baratinho. Os comprimidos disponíveis normalmente têm bem mais do que a dose recomendada (muitas vezes com 1 ou 5 miligramas).

2. Pense duas vezes antes de cair na balada
Comece a preparar seu corpo pegando mais leve nas noitadas, principalmente reduzindo ou eliminando o cigarro, o consumo de drogas e de bebidas alcoólicas. Vários estudos já demonstraram que o fumo e o uso de drogas podem provocar aborto espontâneo, parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer.
As substâncias nocivas podem permanecer por mais tempo no organismo, por isso o melhor é parar bem antes de engravidar.
Leve em conta também que o cigarro afeta a fertilidade feminina e a contagem de espermatozoides do homem. Por isso, e também pelo fumo passivo, vale a pena pensar em limpar a casa do cigarro, com o casal abandonando o hábito antes mesmo da gravidez.
Os efeitos do álcool na gravidez são imprevisíveis, por isso alguns médicos sugerem que a mulher pare de beber antes mesmo de começar a tentar engravidar.

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia
Pesquisas mostram que o excesso de cafeína pode afetar sua capacidade de absorver ferro, que é muito necessário na gravidez, e eleva o risco de o bebê morrer dentro do útero. Há ainda indícios de que a cafeína afete a fertilidade.
Vá reduzindo então seu consumo de cafeína, não só no cafezinho, mas também em refrigerantes, chás e até no chimarrão. Mas cuidado para não abrir mão da cafeína de uma vez só, pois você pode ficar com dores de cabeça bem desagradáveis.
Leia mais sobre a cafeína na gravidez.

4. Tente se aproximar do seu peso ideal
Estudos mostram que é mais difícil engravidar para mulheres muito magras ou acima do peso, com índice de massa corporal (IMC) abaixo de 20 ou acima de 30. Não sabe qual é seu IMC? Clique aqui para calcular.
Trabalhar para chegar ao peso ideal também vai ajudar você com o próximo passo, que é cuidar da alimentação. Afinal, comer bem é uma coisa que você vai precisar ter na cabeça durante a gravidez e até depois que o bebê nascer, quando estiver amamentando.
O melhor é pedir orientação a um profissional de saúde se você estiver fora da faixa recomendada de peso.

5. Encha a geladeira de comida saudável
Você ainda não está "comendo por dois", mas é bom já ir se acostumando e estocando no seu organismo nutrientes que serão essenciais para uma gravidez saudável. Procure comer pelo menos duas porções de fruta por dia, e três porções de hortaliças e verduras.
Capriche também nas fibras e em alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte e brócolis.
Se você gosta muito de peixe, é melhor evitar alguns tipos que vivem em águas profundas, como cação, peixe-espada, garoupa e marlin, porque eles podem acumular mercúrio, substância prejudicial que fica no organismo por até um ano.
Uma boa sugestão é comer no máximo duas porções (cerca de 350 gramas) de peixes como salmão ou atum por semana.

6. Monte e siga seu programa de exercícios
Exercício na gravidez faz muito bem, mas o ideal é que a mulher já esteja fazendo atividade física antes de engravidar, porque aí é só continuar a fazer os exercícios a que já está acostumada, sempre tomando os cuidados necessários.
Além disso, a malhação pode ajudar a eliminar o estresse que pode vir junto com as tentativas de engravidar.
O mais recomendado é fazer uma hora de atividade física, como caminhada, bicicleta e musculação, pelo menos três ou quatro vezes por semana. Para completar, exercícios de flexibilidade e alongamento (como ioga).
Não faça muito mais que isso -- excesso de exercícios pode acabar atrapalhando o ciclo menstrual. Desde que você esteja menstruando normalmente, deve estar tudo bem.
Se você sempre foi sedentária, comece aos poucos, sob orientação médica. Caminhar de 10 a 20 minutos por dia já é um bom princípio -- vá ao supermercado a pé, suba escadas em vez de pegar o elevador, mexa seu corpo sempre que der.

7. Vá ao dentista
Há cada vez mais provas de que doenças na boca podem afetar a gravidez, fazendo o bebê nascer prematuro, por exemplo. As mudanças hormonais que acontecem durante a gestação deixam a mulher mais suscetível a problemas na gengiva.
Se faz mais de um ano que você não vai ao dentista, é melhor ir agora, antes de engravidar.

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família
Você já ouviu seus pais contarem que tiveram um irmão que morreu pequeno, ou alguma criança na família que nasceu com problemas, ou tem parentes com doenças crônicas?
Pode parecer meio mórbido, mas vale a pena dar uma investigada na família de vocês dois para saber se não há histórico de problemas genéticos ou cromossômicos, como síndrome de Down, anemia falciforme, outros tipos de anemia como a talassemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs (frequente nos descendentes de judeus do Leste Europeu), hemofilia e outras.
Se descobrir alguma coisa suspeita, você vai poder perguntar ao ginecologista se é necessário algum tipo de exame especial ou aconselhamento genético para avaliar os riscos.

9. Marque uma consulta com o ginecologista
Não precisa ser ainda, necessariamente, com o médico que vai acompanhar a gravidez, mas você precisa marcar uma consulta e ir ao ginecologista para que ele dê uma olhada geral na sua saúde (e não só nos órgãos reprodutivos).
Diga ao médico todos os remédios que está tomando ou que tomou recentemente. Alguns medicamentos, como o antiacne Roacutan (isotretinoína), não só não podem ser tomados na gravidez, mas permanecem no organismo depois de você parar de tomá-los.
Conte ao médico sobre qualquer outro problema crônico de saúde, como a diabete ou disfunções da tiroide. O ginecologista vai dizer se você precisa tomar alguma vacina, como a contra a rubéola.
É o médico também que vai decidir se é necessário fazer algum tipo de investigação genética, com base no que você contar a ele do histórico da sua família.

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando
Não há nada contra simplesmente parar de evitar a gravidez e deixar a coisa rolar naturalmente, para ver o que acontece. Só que boa parte das mulheres fica ansiosa, querendo engravidar o quanto antes.
Se for esse seu caso, vale a pena se sintonizar com seu próprio organismo para ver se descobre a data da ovulação. Nossa calculadora da ovulação pode ajudar a dar uma ideia do momento ideal para encomendar o seu bebê, quando chegar a hora de tentar de verdade.

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público
A maioria dos planos de saúde tem dez meses de carência para gravidez, mesmo se apenas para mudança de categoria. Por isso, se você tem convênio ou plano de saúde, informe-se para ver quais hospitais, médicos e exames o plano cobre e se há reembolso. Se quiser mudar de categoria, terá de fazer isso antes de engravidar.
Caso você não tenha plano de saúde e pretenda entrar em um, vale a mesma coisa: você vai precisar entrar pelo menos dez meses antes da data do parto, portanto é bom dar uma boa antecedência antes de começar as tentativas concretas.
Maternidades particulares têm planos especiais para quem não tem plano de saúde -- você pode se informar sobre eles.
Todas as mulheres têm direito a atendimento pelo SUS, de graça, mas é aconselhável investigar na sua região para ver a qualidade da assistência médica, que varia muito. Um bom começo é procurar as unidades básicas de saúde (postos) para saber como funciona o pré-natal.
Leia nosso artigo sobre as despesas do parto para entender melhor o tamanho da responsabilidade de se programar na questão do dinheiro para esses gastos.

12. Faça as contas e programe sua vida financeira
Bebês vêm com enormes despesas. Procure fazer um planejamento dos gastos, não só os da gravidez e do parto, mas também os do resto da vida. Pense nas coisas menos óbvias, como o preço da escola -- parece que está tão longe... O "a gente dá um jeito" não é a melhor maneira de pensar.
Veja também como vai ficar sua vida durante a licença-maternidade. Autônomas que contribuem para o INSS recebem o salário-base da contribuição, por isso talvez valha a pena aumentar a contribuição antes de engravidar para receber um salário melhor.
Descubra na empresa se há mudanças no esquema de trabalho para grávidas, ou se há muitos casos de mulheres que são mandadas embora depois que voltam da licença-maternidade (coisa que infelizmente não é tão rara assim).

13. Planeje seu espaço físico
Há lugar na sua casa para um bebê? A região é legal para criar um filho? Você quer construir mais um quartinho ou fazer uma reforma? O momento para pensar nisso é agora, não depois da gravidez. Lidar grávida com reforma ou mudança de casa é uma receita perfeita para o estresse.

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental
Mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a cabeça boa, é melhor se tratar antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são um furacão, e muitas vezes provocam depressão na gravidez e depressão pós-parto.
Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil. O médico saberá quais antidepressivos podem ser tomados enquanto se está tentando engravidar. Vale tentar também técnicas como ioga e meditação.
Em relação ao seu parceiro, veja se o relacionamento de vocês está bem. A gravidez só vai piorar as coisas se a situação já não estiver boa.

15. Proteja sua saúde e evite infecções
Quando se está tentando engravidar, é bom começar a tomar os mesmos cuidados da gestação, para não ficar doente nas primeiras semanas da gravidez, que é justo quando os órgãos do bebê estão se formando e estão mais sujeitos a problemas.
Lave as mãos com frequência, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de fezes do gato, para evitar a toxoplasmose. Prefira não comer carne crua, inclusive de peixe. Dê uma olhada desde já no nosso artigo sobre alimentação saudável na gravidez, pois você pode aplicar os mesmos princípios.
Quando já estiver tentando de verdade, evite tomar remédios no período depois da ovulação, ou seja, a partir da metade do ciclo menstrual, porque já pode haver um embriãozinho em desenvolvimento dentro da sua barriga.

16. Pense bem
Ter um filho é compromisso para a vida toda. Antes de pôr a mão na massa e fazer seu bebezinho, faça algumas perguntas a você mesma:
- Vocês dois estão no mesmo barco nessa história de ter um bebê?
- Se vocês têm diferenças de religião, já discutiram como isso vai afetar a criança?
- Você pensou em como vai conciliar o trabalho e os cuidados com a criança?
- Vocês estão dispostos a abrir mão da vida despreocupada e de "luxos" como dormir até mais tarde no fim de semana?

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)
É provável que você seja invadida por um monte de emoções ao mesmo tempo nesta época de decisões e tentativas. O apoio de uma pessoa especial é valiosíssimo. Mas não precisa espalhar para todo mundo que "está tentando". Você vai ter de enfrentar olhares curiosos e cheios de expectativas cada vez que disser "oi" para as pessoas.
Outra opção é compartilhar sua expectativa com outras mulheres na sua situação, nos nossos fóruns, por exemplo.

18. Apimente sua relação
Há especialistas que acham que, quanto mais excitada a mulher, maior é a chance de haver fertilização. Já outros acham que não faz diferença. O ponto é que a hora do "vamos ver" é a mais gostosa, e deve ser aproveitada.
Prepare-se para esquentar as coisas: uma lingerie provocante, velas no quarto, uma massagem... Faça o que funciona melhor para vocês.

19. Pare de usar seu método anticoncepcional
Se você já seguiu todos os passos, está na hora de começar a tentar de verdade. Dependendo do método, a coisa é mais imediata -- ou não. Basta deixar de usar a camisinha e vocês já estarão "tentando", mas no caso de métodos hormonais a coisa não é tão fácil.
Se você toma a pílula tradicional combinada, por exemplo, é melhor terminar de tomar a cartela, para evitar que sua menstruação fique toda bagunçada. Pode levar alguns meses para o ciclo menstrual se regularizar depois da pílula.
O mesmo vale para os adesivos e o anel intravaginal. No caso da injeção de Depo-Provera, pode demorar mais tempo para você começar a ovular de novo, mesmo que a menstruação volte ao normal rápido. DIUs e implantes precisam ser retirados pelo médico.
Quanto tiver parado de usar anticoncepcional, acostume-se a marcar na agenda ou no calendário a data da sua menstruação. Depois vai ficar mais fácil contar a gravidez.

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos
Se tudo der certo, sua liberdade vai acabar logo. Então aproveite: ande de montanha-russa, monte a cavalo, surfe, faça tudo de radical que depois não vai poder fazer por um bom tempo.
Namore muito, vá ao cinema, durma até tarde. E tomara que seus esforços funcionem e que logo você esteja devorando toda nossa seção sobre gravidez.
E, quando aquele teste der positivo, não se esqueça de cadastrar a gravidez para começar a receber os boletins semanais grátis com o desenvolvimento do bebê.
Boa sorte!

Fonte: Babycenter

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Gravidez Ectópica

Boa tarde meninas,

Como prometido não abadonei o Blog. Esse post serve para tirar dúvidas sobre gravidez ectópica, achei que é um assunto muito importante para nós treinetes, pois é uma situação que oferece risco a saúde da futura mamãe. Muito obrigado as Meninas que fizeram comentário no post anterior me desejando boa sorte. Obrigado Gi, obrigado Evelyn, muito obrigado pelo carinho meninas. E boa sorte para vocês e que os bebês venham em 2012. Boa Sorte a todas as Tentantes!

  O que é?

Gravidez ectópica é a gestação que ocorre fora da cavidade uterina.

O que causa?

As causas incluem todos os fatores que retardam ou impedem a passagem do ovo para a cavidade uterina. Podem ser:
 
 fatores mecânicos, como as causas inflamatórias e suas conseqüências, os tumores ou anormalidades do desenvolvimento das trompas e as cirurgias sobre as trompas
 fatores funcionais, que agem diminuindo a motilidade das trompas. Incluem o fumo,
 o próprio processo de envelhecimento e drogas hormonais como as indutoras da ovulação e a progesterona usada em mini-pílulas, a pílula do dia seguinte e o DIU contendo progesterona.

Como se desenvolve?

A grande maioria das gestações ectópicas ocorre nas trompas. Na maior parte das vezes se localiza nas porções distais, principalmente na ampola.

A gravidez ectópica geralmente sofre interrupção (ruptura) entre 6 e 12 semanas, dependendo do local onde está implantada, sendo tanto mais precoce quanto menor o calibre da luz tubária do segmento em que estiver implantada.

Como se faz o diagnóstico?

A gravidez ectópica pode representar uma emergência cirúrgica, portanto seu diagnóstico precoce é essencial. Na gravidez ectópica não interrompida, a paciente pode não ter sintomas ou ter sintomas mínimos.

Alguns exames podem ser realizados para diferenciar a gestação ectópica de outras doenças, tais como ameaça de aborto, gestação normal, infecções das trompas, apendicite, cisto de ovário torcido.

Os exames comumente solicitados são testes para confirmar a gravidez, exames de sangue para determinar a perda sanguínea e a presença de infecção e a ecografia pélvica transvaginal.

Podem ser necessários outros exames como a punção do fundo de saco vaginal com agulha grossa para determinar a presença de sangue dentro da cavidade abdominal e a realização de uma laparoscopia diagnóstica.

O que se sente?

Os sinais e sintomas clássicos são:
 
 história de atraso menstrual seguida por sangramento vaginal anormal
 dor pélvica ou abdominal de intensidade variável
 presença de massa palpável dolorosa em região de anexos (trompas e ovários).

Quando ocorre ruptura da gravidez ectópica, há uma hemorragia importante para dentro da cavidade abdominal, com a ocorrência de dor abdominal de intensidade variável, de tonturas, dor no pescoço, ombro e desmaio.

Como se trata?

O tratamento pode ser expectante naqueles casos onde a gravidez ectópica se localiza na trompa e ainda não rompeu, mede menos de 4 cm, não se constata a presença de batimentos cardíacos fetais e os níveis hormonais estão diminuindo.

O tratamento cirúrgico, que em alguns casos pode ser conservador, preserva a trompa e geralmente é realizado por laparoscopia, sendo a laparotomia uma medida muitas vezes salvadora em uma paciente com comprometimento hemodinânico (porque já houve sangramento importante para dentro da cavidade abdominal - sangramento oculto).

Como se previne?

A prevenção da gravidez ectópica inclui fundamentalmente o tratamento das doenças sexualmente transmissíveis, o uso de métodos anticoncepcionais adequados e a prática de sexo seguro.

Feliz Natal!
Feliz 2012

Fonte: ABC da Saúde

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Diagnóstico da Segunda Médica

Boa tarde Meninas,

So agora consegui me recuperar da bomba que recebi Sexta - Feira (16/12/2011).

No post anterior disse para vocês que iria procurar uma outra  médica e procurei.

Ela disse que tenho um caso de infertilidade muito grande, que pela situação de meus exames anteriores eu talvez não poderia engravidar ou então precisaria de FIV, ela pediu mais exames para saber qual o tratamento pelo qual ela deve optar,  além dos ovários policisticos, ela descobriu uma lesão (ferida) enorme no colo do meu  útero  e disse que essa lesão esta com metastasse e pediu uma biopsia da lesão.

Eu estou tão preocupada e tão mal que vocês nem imaginam. Ja havia comprado um monte de fraldas para bordar e algumas roupinhas (depois posto as fotos para vocês), mas segundo a médica os meus planos de maternidade terão que ser adiados por um ano, apos o tratamento com anticoncepcional ela vai liberar os treinos sem proteção, se não conseguir engravidar após o tratamento ela me indicara um medico especialista em reprodução humana em Salvador.

Vocês devem imaginar como é a minha situação, a minha família  e meu marido estão super preocupados com o resultado da biopsia, mas se Deus quiser vai dar tudo certo. Assim que tiver novidades posto para vocês. Mesmo com essa pausa de um ano na minha vida de tentante eu vou continuar com o blog, postando dicas e visitando os blogs  das minhas amigas tentantes.

Bjus Férteis
E Boa Sorte a todas as treinates.
Feliz Natal e Próspero ano Novo a todas
E que venham muitos bebês em 2012

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Minha História III

Boa tarde Meninas,

Estou aqui hoje para dar uma má noticia.
Após decidir mudar de médico, fiz transvaginal para vê se tinha algo errado e descobri que tenho SOP (Síndrome dos Ovários Policisticos).

Estou muito preocupada com esse diagnóstico, sinto que estou cada vez mais distante de realizar o meu sonho de ser Mãe. Abaixo vou postar uma materia sobre o assunto que servirá de ajuda para quem estiver passando pelo mesmo problema que eu.

10 dúvidas frequentes sobre a síndrome dos ovários policísticos

A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação.

A seguir, esclareço as dúvidas mais comuns sobre a doença:

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e
na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.

2) Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico?

Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano.

3) Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer?

Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

4) Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

5) Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?

A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

6) A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?

Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto.

7) O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?

A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da
acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

8) Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

9) Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?

Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

10) E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?

Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam.

Este artigo foi feito por: Escrito por:
Joji Ueno
Ginecologia e reprodução humana

Fonte: Site Minha Vida