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quinta-feira, 12 de abril de 2012

A importância do Aleitamento Materno

Além de prevenir hemorragias e anemias; estimula o vínculo mãe e filho.
O Aleitamento Materno (AM) traz inúmeros benefícios ao bebê, a mãe e a sociedade, como um todo. Dentre os benefícios, encontram-se a prevenção de hemorragia e consequente anemia materna, pois a sucção do bebê auxilia na contração uterina, o que também ajuda na diminuição do tamanho do abdômen da mãe. Por isso, pode-se estimular o AM mesmo logo após o nascimento do bebê, ainda na sala de parto.
Vale dizer que o AM é extremamente prático e econômico, uma vez que o leite é produzido pelo próprio organismo, na temperatura correta, o que facilita a vida da mãe que não precisará esquentar mamadeiras, lavar utensílios de cozinha, entre outros.

Além disso, o vínculo afetivo entre a mãe e o filho é muito estimulado pelo AM, o qual ainda fortalece o sistema imunológico do bebê, protegendo-o contra infecções respiratórias e intestinais, levando-o a ganhar peso, fato que o ajudará a crescer forte.

Muitas mulheres pensam ter o leite fraco, especialmente ao verificarem que nos primeiros dias após o parto sai de seu peito um líquido ralo e claro. Na verdade, este leite chama-se colostro e é importantíssimo para o bebê, pois nele existem inúmeros anticorpos que a mãe passa ao seu filho, protegendo-o contra diversas doenças.

Desde que o médico não contraindique o aleitamento materno, toda mulher pode (e deve) amamentar o seu bebê, o qual precisa ingerir unicamente leite materno até o sexto mês de vida. A partir deste período, o pediatra orientará a introdução de novos alimentos.

O bebê deve ser amamentado todas as vezes que desejar. Também, a mãe deve permitir que a criança mame até o momento em que sentir o peito vazio ou murcho para, só então, oferecer a outra mama.
Estas são recomendações importantes, pois muitas mães reclamam que seus filhos choram o tempo todo, que querem mamar a toda hora e que o leite produzido é fraco e, por isso, leva a criança a sentir fome.
Na verdade, o leite não é fraco. O bebê é que sente fome, uma vez que este alimento é rapidamente digerido. Além disso, as mulheres produzem dois "tipos de leite": o que se concentra no fundo da mama, rico em nutrientes, capaz de estimular o ganho de peso e o crescimento do bebê; e o localizado mais na parte da frente da mama, rico, principalmente, em água, o que leva a recomendação de que não é necessário oferecer água a criança até o sexto mês de vida.

É sempre bom lembrar que o bebê deve ser colocado para arrotar, logo após a mamada e, se ele for ficar deitado, deve ser posicionado de lado, pois, caso vomite, não corre o risco de sufocar-se. Sob o colchão do berço pode ser colocado um cobertor, por exemplo, a fim de que a criança, ao deitar-se, fique com a cabeça e o tronco um pouco mais altos que seus membros inferiores, prevenindo assim o refluxo.

É muito comum as mulheres sentirem dores nas mamas, devido às rachaduras (fissuras). Para preveni-las, é necessário passar o próprio leite na mama, antes e após dar de mamar. Caso as rachaduras já existam, o leite ajudará a cicatrizá-las. Na maioria das vezes, o que faz o peito rachar é o jeito que o bebê abocanha a mama: sua boquinha deve envolver e abocanhar a aréola do peito, aquela parte redonda e mais escura, localizada ao redor do bico do seio. Se o bebê sugar somente o mamilo (bico), com o tempo, a mama ficará machucada. Para corrigir as fissuras existentes, além de passar o próprio leite na mama, a pega do bebê, ou seja, o jeito que ele abocanha a mama, também deve ser corrigida.

Também é comum reclamações de dores nas costas, no pescoço e nos ombros. Por isso, ao amamentar, a mulher deve preferir ambientes tranquilos, posicionar-se de maneira confortável, com a coluna alinhada e os pés apoiados, pois, se ficarem pendurados, facilitam a formação de edemas e inchaços. Durante a amamentação podem ser utilizados travesseiros e almofadas, que podem ajudar no apoio do bebê, sem levar a mãe a se curvar e fazer o uso de força para segurá-lo.

Para dormir, o ideal é que a mãe escolha ficar de lado, com as pernas encolhidas e um travesseiro entre elas, a fim de proteger a sua coluna. O travesseiro da cabeça deve ter altura adequada, de modo que a cabeça e a coluna cervical fiquem bem posicionadas. Caso queira dormir de barriga para cima, pode colocar um travesseiro sob os seus joelhos, de maneira que fiquem levemente dobrados.
No geral, água morna nas costas durante o banho pode aliviar eventuais dores. Só é preciso lembrar que não se deve deixar cair água quente ou morna nos seios, pois isto pode fazer com que o leite empedre, as mamas fiquem ingurgitadas e a mulher sinta mais dores.

Alguns exercícios também podem aliviar e prevenir dores, mas sempre se deve consultar um médico e um fisioterapeuta, a fim de que essa mulher possa realizar os exercícios sem nenhum tipo de complicação. Por isso, consulte sempre um profissional da saúde, o qual poderá sanar dúvidas e dificuldades.

Silvia Sper Cavalli, graduada em Fisioterapia, com especialização em Fisiologia do Exercício. Mestre em Ciências da Reabilitação Neuromotora e professora das disciplinas de Neuroanatofisiologia, Iniciação à Fisioterapia e Estágio em Saúde Coletiva da Clínica de Fisioterapia Universidade Nove de Julho UNINOVE.

Fonte: Minha Vida

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dicas para evitar estrias na Gravidez

Estrias são desesperadoras para as gestantes, mas é fácil evitar. As estrias surgem quando a pele estica de forma muito intensa e as suas estruturas (colágeno e elastina) não conseguem suportar a pressão, rompendo-se e dando origem a uma espécie de cicatriz.

Na gravidez, as estrias costumam surgir à partir do 6 mês e as principais causas estão ligadas a predisposição genética e o ganho excessivo de peso. As áreas mais afetadas costumam ser a barriga e os seios.
Dicas para prevenir-se das estrias:

Dica 1:

 Evite engordar muito. Na gestação é comum, natural e até necessário o ganho de peso, mas atenção para não perder a linha. Os médicos recomendam que a mulher deve chegar à 40 semanas (9 meses) com um aumento de 9 a 12Kg a mais do que tinha antes de engravidar.

Dica 2:

Use sutiã de sustentação com alças largas.

Dica 3:

Escolha uma calcinha com cintura alta, especialmente projetadas para mulheres grávidas. Estas calcinhas dão maior resistência à pele do abdômen.

Use cremes com propriedades nutritiva e hidratante, específicos para prevenir estrias, é um ótimo aliado, pois a pele desidratada torna-se mais susceptível às rupturas.

Mas atenção: O uso desses cremes pode desenvolver em algumas mulheres um problema na pele chamado foliculite. Trata-se de uma inflamação do folículo piloso (local de onde nascem os pêlos). Essa inflamação é ocasionada por produtos que criam uma área de oclusão dificultando a saída do pelo e de sebo. Nesse caso suspenda o uso e procure um dermatologista para te orientar sobre qual o melhor tratamento para você.

Dica de ouro para evitar estrias na gravidez:

Mistura para fazer um creme caseiro contra estrias:

 1 bisnaga de hipogloss pequena
 1 vidrinho de óleo de amêndoas de boa qualidade
 1 ampola de arovit (vitamina A)
 1 hidratante bem grosso

Misture tudo e ponha em um pote grande. Depois é só espalhar nas regiões mais propícias ao aparecimento de estrias, todos os dias, após o banho (e sempre que achar a pele meio seca), mas evite passar nos mamilos.

Um detalhe: A mistura pode manchar um pouco os tecidos da calcinha e sutiã.

Fonte: Gestantes.net

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A importância do pai na gravidez

       Apesar de ser a mulher a engravidar e a carregar com o bebé durante 9 meses, o pai tem um papel fundamental neste período de tempo.

     A grávida durante a gestação tem que passar por inúmeras transformações físicas e psicológicas. Desde os enjoos à indisposição, à preguiça e até ao mau humor. Por isso, é que às vezes chora, outras vezes ri. Tal comportamento pode deixar o pai confuso, inseguro ou até ciumento, mas o segredo é ter paciência e compreensão. O pai, por sua vez, sofre também grandes alterações, embora sejam apenas de teor psicológico e emocional.

         O papel do pai durante a gravidez é principalmente ajudar e apoiar a mulher em tudo aquilo que ela precisar. O pai deve desde o início acompanhar a mãe às consultas médicas, transmitindo assim, mais confiança e tranquilidade à mãe. Deve também estar preparado para responder a todos os desejos que a mulher tiver e deve estar pronto a ouvir e a compreender todos os medos ou receios da mulher.

            Nesta altura de mudanças, é essencial que o pai esteja presente, ajude em tudo o que for necessário e dê carinho e atenção. Assim, a mulher ficará mais confiante, com menos receios e a relação entre marido e mulher será fortalecida com o nascimento desta nova vida.

Conversamos com especialistas e enumeramos as razões que fazem a presença do pai ser essencial no pré-natal e no pós-parto.


1. Qual a importância do pai no pré-natal?

“A principal tarefa do marido é não se deixar ser excluído pelo obstetra, que muitas vezes conhece a moça desde menina e o olha como um intruso. O marido precisa ter consciência de seu papel, de que é mais importante que o médico, de que é o verdadeiro companheiro da mulher. Antes de ser pai, ele é homem. E ela, antes de ser mãe, é sua mulher. Assim ele será melhor pai, ela será melhor mãe e juntos continuarão a ser um bom casal”, defende o psicanalista Francisco Daudt. “O pai deve dar assistência em tudo que a grávida necessite – tanto nos cuidados com o bebê como com ela mesma. Ele deve estar atento às consultas médicas, aos exames necessários, à alimentação e ao controle do peso dela. Tudo isso é importante para que a gestação não se torne mais pesada para a mãe do que para o pai”, acrescenta a psicóloga Cristiane Gai. “É interessante que o marido participe dos exames no pré-natal, uma forma também de curtir a gravidez e, assim, auxiliar na elaboração de sua nova condição, que é ser pai. Essa relação ajuda na formação de um vínculo entre pai e filho, mesmo com o bebê ainda dentro do útero”, finaliza a psicóloga Isis Pupo.


2. É importante o pai estar na sala de parto?

O fundamental é o apoio, e isso varia de acordo com cada casal. “No parto, o papel paterno é de compreensão pelo momento único que a mulher está passando, pelas dores que ele jamais vai sentir, por exemplo. Acima de tudo, a presença do pai deve ajudar a gestante a se sentir segura”, explica a psicóloga Cristiane Gai. Na opinião do psicanalista Francisco Daudt, o marido deve apoiar a mulher, estar a seu lado, dar-lhe a mão. “Friso que, antes de pai e mãe, eles são marido e mulher”, ele diz.

Se o seu marido entra em pânico só de pensar na sala de parto, fique calma. A psicóloga Isis Pupo defende que estar na sala de parto é opcional: “Deve-se respeitar os próprios limites. O ideal é assistir ao parto se for para passar tranquilidade e apoio à mãe e ao bebê. Caso contrário, é melhor esperar que o recém-nascido chegue ao berçário”.

3. Preciso pagar alguma taxa para que o pai do meu filho participe do parto?

Não. A lei garante: tanto no sistema público como no privado, a gestante tem direito a um acompanhante de livre escolha durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto, sem pagar nenhuma taxa extra. (Fonte Resolução Normativa 167, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar em janeiro de 2008.)


4. Algumas mães afastam o pai da criança nos primeiros meses por achar que só elas dominam o jeito certo de fazer as coisas. Como resolver essa situação para a mãe se sentir segura e o pai não se sentir excluído?

“Desde o momento que o bebê nasce, o ideal é que o pai participe dos cuidados com a criança: ele deve assistir ao banho demonstrativo, que é realizado em diversos hospitais, conversar com os pediatras e enfermeiras, não ter vergonha de perguntar e arriscar, afinal nenhum filho vem com manual de instruções. A aprendizagem só vem com a prática, e as mães também passam por isso. Se, mesmo com todo esse esforço, ainda houver desconfiança, vale ter uma boa conversa e expor os sentimentos para a parceira”, incentiva a psicóloga Isis Pupo. Para o psicanalista Francisco Daudt, a divisão de tarefas e responsabilidades é importante porque “retira da mulher a monumentalidade massacrante que transforma uma jovem moleca brincalhona num ser enorme chamado mãe”. Já a psicóloga Cristiane Gai sugere: “O pós-parto é um período muito complicado para o homem. A solução é tentar participar ao máximo, seja cantando uma cantiga de ninar, seja ajudando na troca de fraldas e no banho. E, além disso, ter em mente que essa fase vai passar”.

5. O que o pai pode fazer para ajudar no pós-parto?

“O que ele aprendeu antes (ou o que deveria ter aprendido): dar banho no bebê, alternar quem atende a criança nas acordadas noturnas, trocar fraldas, ajudar a mãe a preparar o peito para a amamentação e, sobretudo, continuar a ser marido e companheiro de sua mulher”, enfatiza o psicanalista Fernando Daudt.


6. Se o casal estiver separado, como o pai pode participar do dia a dia do bebê?

“No pós-parto e por toda a vida, o pai deve participar o máximo possível da rotina de seu filho. Isso vale também para os pais separados. É interessante conversar com aquele que fica mais tempo com o bebê e perguntar sobre seus gostos e suas preferências. Fazer parte da vida de um filho é fazer parte de seu mundo, é conhecê-lo. Desde o útero, a criança já escuta e discrimina a voz dos pais devido à diferença de tonalidade. Portanto, o vínculo do bebê com a figura paterna se inicia ainda no útero”, finaliza a psicóloga Isis Pupo.

Blog Gravidez e Maternidade e Bebê Abril

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Vídeo Banho do Bebê Recém-nascido - Banho do Bebê - Guia do Bebê

Bom dia Meninas,

Como foram de virada de ano?

Este post vai servir para ajudar as mamães de primeira viagem a tirar dúvidas sobre os cuidados com o Banho do Bebê Recém-nascido, Espero que gostem.

Assista ao banho do recém-nascido e esclareça suas dúvidas principalmente em relação à limpeza do umbigo. Podem acessar o link pois é de confiança, não tem vírus. O video é muito importante e sclarece bastante.

Vídeo Banho do Bebê Recém-nascido - Banho do Bebê - Guia do Bebê


Bjus a todas,

Fonte: Guia do Bebê UOL

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Afinal, quando é que dá para descobrir o sexo do bebê?

Dependendo do método que se usa para descobrir o sexo do bebê, pode até ser a partir de dois meses de gravidez, embora o mais comum seja saber com, mais ou menos, quatro meses.
Em resumo, falando em termos de semanas (calcule aqui de quantas semanas você está, se não souber):
• A partir de 8 semanas, com um caro exame de sangue de sexagem fetal
• A partir de 10 semanas, com um também caro exame de urina de farmácia
• A partir de 10 semanas, com exames genéticos e invasivos, que trazem certo risco ao bebê e só são recomendados se houver outros motivos
• A partir de 13 semanas, pelo ultrassom, dependendo da perícia do ultrassonografista, da qualidade do aparelho e da posição do bebê, e mesmo assim com chance de erro de no mínimo 10%
• A partir de 16 semanas, pelo ultrassom, com mais certeza, mas ainda dependendo da posição do bebê e da experiência do profissional (erros humanos acontecem)
Às vezes é preciso um pouco de paciência para matar a curiosidade e finalmente contar para meio mundo se vem menino ou menina por aí e poder escolher o nome. Leia abaixo mais detalhes sobre cada tipo de exame e sobre o que não passa de lenda.

Ultrassom

É a forma mais difundida de conhecer o sexo do bebê, além de ser a mais barata. A desvantagem é que, dependendo da posição em que o feto está na hora do exame, fica difícil visualizar justo aquela parte essencial… A experiência do médico, assim como a qualidade da máquina de ultrassonografia, também podem facilitar ou dificultar uma informação mais precisa.
Geralmente só a partir do segundo trimestre, mais ou menos do quarto mês de gravidez em diante, é que é possível perceber através de ultrassons as sutis diferenças dos órgãos sexuais masculino e feminino nesta fase do desenvolvimento fetal.
Nas ecografias de rotina da gestação, quando é realizada a translucência nucal, por volta da 13a semana, o obstetra muitas vezes consegue dar um palpite sobre o sexo. Mas lembre-se de que, a esta altura da gestação, trata-se mais de um chute e não há 100% de certeza, portanto não vale a pena começar a comprar um monte de roupinhas de cor específica.
Com cerca de 20 semanas, os médicos costumam pedir uma ultrassonografia mais detalhada, conhecida como ultrassom morfológico, e aí já é bem mais garantido descobrir de fato o sexo do seu filho, pois os órgãos genitais já estão formados (só que, de novo, dependendo da posição do bebê, que tem que "colaborar" e estar com as perninhas abertas!).
Outra possibilidade é pagar em qualquer momento da gestação por ultrassonografias em clínicas particulares, onde não é necessário pedido médico para fazer o exame. A princípio, não há contraindicações para a realização de ultrassons, porém não vá esquecer de que não adianta nada sair correndo para saber o sexo do bebê com 5 semanas de gravidez, porque a diferenciação dos órgãos sexuais ainda não aconteceu.
Um truque para fazer o bebê se mexer na hora da ultra é levar alguma coisa doce para comer ou beber, como um chocolate ou suco de laranja, e guardar para usar dentro da sala de exame mesmo, se necessário.

Exame de sangue de sexagem fetal

Existe um exame de sangue que detecta o sexo do bebê já a partir da oitava semana de gravidez (e não precisa de pedido médico). É um teste que só serve para isso, detectando a presença ou não de células com cromossomo Y (masculino) no sangue da mãe. A vantagem é que o exame para determinação do sexo fetal tem taxa de acerto de, mais ou menos, 99%; a desvantagem é que não é feito pela rede pública e nem coberto pelos convênios médicos, ou seja, você terá que pagar (e bem caro) do seu bolso para desvendar esse segredo da natureza.
E tem também uma espera de cerca de cinco dias úteis para o resultado ficar pronto.
No caso de mães esperando gêmeos ou mais, o teste só consegue responder se há meninos ou não há meninos, portanto não é muito exato. Se o resultado for que não há meninos, você saberá que só espera meninas. Mas, no caso de haver meninos, não dá para saber se há meninas também ou não.

Exames genéticos invasivos

Outros exames em que o sexo é revelado são os genéticos, que são invasivos e só recomendados quando há suspeita de algum problema com o feto, pois existe um pequeno risco de aborto espontâneo, de 1%. São eles a biópsia do vilo corial, entre a 10a e a 12a semana de gestação, e a amniocentese, entre a 15a e a 18a semana.
Como nesses exames há a análise do material genético do bebê, a certeza é de praticamente 100%.

Teste de urina de farmácia

Sim, chegamos a um ponto em que um simples teste de urina em casa promete determinar se você está esperando um garotão ou uma mocinha. Trata-se de uma tecnologia relativamente nova no Brasil, mas já presente em outros países há mais tempo.
A vantagem é a praticidade de fazer um exame sem precisar ir ao laboratório e ter acesso direto a uma fonte de informação. Por outro lado, há o problema do custo muito alto e de o produto poder não estar disponível em farmácias de todas as cidades.
De acordo com o fabricante, o teste tem eficácia em torno de 90 por cento, pode ser feito a partir de 10 semanas e fica pronto em 10 minutos. O resultado não é confiável se a mulher estiver usando hormônios como a progesterona, e a eficácia também não é boa em caso de gêmeos ou mais.

Simpatias e lendas

Você já ouviu alguém falar que barriga pontuda é sinal de menino e arredondada, de menina? Ou que o batimento cardíaco do feto acima de 140 batidas por minuto indica que você vai ter um bebê do sexo feminino?
Existe ainda uma tabela chinesa que combina idade lunar com mês da concepção para chegar a uma conclusão sobre o sexo do bebê.
O senão de tais lendas e simpatias é que elas não têm nenhum validação científica, mas, mesmo assim, criam expectativas fortes e podem levar a grandes frustrações se derem errado.
Portanto, se você quer usar a sabedoria popular para se divertir tentando adivinhar o sexo do seu bebê, faça isso a qualquer tempo, mas tenha em mente que os resultados são bem mais do reino das apostas do que do das certezas.
Se você conhece simpatias e brincadeiras para adivinhar o sexo do bebê, conte no espaço para comentários, no fim da página.
A calculadora do sexo do bebê do BabyCenter também é uma brincadeira, mas procura usar fundamentos científicos para pelo menos dar um palpite um pouco mais certeiro, mas ainda com grande chance de erro. Experimente! E depois conte para a gente se o resultado estava certo ou não.
Converse nos fóruns dos bebês do mesmo mês para saber se grávidas na mesma fase que você já descobriram ou não o sexo.

Fonte:Babycenter

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Os benefícios do sling: Relatos de mamães que usam

Durante os cinco meses em que ficou afastada do trabalho após o nascimento de Pedro, hoje com dois anos e oito meses, e de Luana, oito meses, a estatística Relze Fernandes, 32, carregou os filhos para cima e para baixo. E, segundo diz, não precisou deixar nenhuma atividade de lado por causa disso.

"Colocava o 'sling' de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei 'podre' de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.
Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte.



Além do aspecto prático liberar mãos e braços do adulto para outras atividades, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.

"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do 'sling', o contato com a mãe é benéfico para o lactente."

Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.

A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No 'sling', é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."

A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.


Cólicas

O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".
Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador. A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.

Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.

Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no 'sling', mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.

Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.

Fonte: Folha.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amamentação

Quando o assunto é amamentação sempre tem alguém com uma dica. Algumas boas e outras más, mas como filtrar todas as informações e tornar esse momento prazeroso? Buscar informacão é primordial para derrubar mitos e lendas, vivenciando a amamentação plenamente.
O corpo da mulher durante a gestação é preparado para amamentar e o bebê nasce com o instinto de sugar. Com algumas dicas, complementando a natureza esse momento será feliz e tranqüilo.
Qual o posicionamento adequado: num ambiente tranqüilo, acolhedor e com o bebê acordado, posicione-se da forma que achar mais confortável e se necessário use almofadas para o seu maior conforto.

Posicione a barriga do bebê de frente para a sua, assim o seu mamilo estará de frente para o seu bebê. Ele deve abocanhar não só o mamilo, mas toda a aréola, como a boquinha bem aberta, como um peixinho. A posição correta facilita a saída do leite e evita que o bebê engula ar, o que pode contribuir para cólicas;
Qual seio deve ser oferecido ao bebê:

Ofereça um seio e quando estiver vazio ou quase vazio, ofereça o outro. Caso o bebê mame pouco no outro seio e ainda permanecer leite, na próxima mamada ofereça esse último seio. Esvaziando os seios, o bebê saciará a sede (leite protéico) e ao final será saciado de fome (leite gorduroso). Oferecendo os seios, controlando sua quantidade, evita-se problemas de ingurgitamento das mamas, a produção e esvaziamento das mamas se equilibram e o bebê ganha peso adequadamente.

Quando interromper a amamentação coloque o seu dedo mínimo no canto da boca do bebê, essa entrada de ar interrompe a sucção permitindo que o bebê solte o mamilo sem feri-lo, evitando fissuras;Amamente sempre que o bebê quiser: Cada bebê possui o seu ritmo de mamadas e cada um faz o seu próprio horário, impor horários leva a desgaste mútuo;Não é necessário complementar a amamentação: Bebês amamentados não precisam de chás, água e leite artificial. O leite materno é completo nutricionalmente para hidratar e alimentar.

 Quando amamentados no seio, o bebê possui fome mais rapidamente se comparados com bebês alimentados por leite artificial, porque o leite materno é digerido com maior rapidez;Após a amamentação posicione-o em pé: nessa posição se ele ingeriu ar, arrotará e assim prevenirá cólicas;
Após a amamentação lubrifique os mamilos: passe o próprio leite nos mamilos, aréola e deixe-o secar, assim os mamilos se protegem contra fissuras;
Cuide-se saudavelmente: Alimente-se bem, ingira líquido e descanse sempre que possível. Evite bebidas alcoólicas;
Lembre-se, quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz. Amamentar, doação de amor!

Denise Gurgel Barboza
Fisioterapeuta
CREFITO 34310-F

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dor nas costas na gravidez

A partir do segundo ou terceiro trimestre, preste atenção se a dor nas costas vem em ondas, e olhe no relógio para ver se elas têm alguma regularidade.

Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura. Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.

Tenho como prevenir a dor nas costas?

Um dos fatores benéficos é estar na melhor forma física possível antes de engravidar. Se você já está grávida, não é tarde demais para melhorar seu condicionamento físico.

Fazer exercícios reduz a probabilidade de sofrer dor nas costas na gestação. Se você não está acostumada a se exercitar, comece devagar, com orientação do seu médico.

Fazer atividades físicas moderadas com frequência, manter uma boa postura, evitar levantar peso e seguir algumas orientações simples para cuidar das costas podem prevenir o surgimento de dor. Se você tiver que carregar alguma coisa, segure o objeto bem perto do corpo, dobre os joelhos, e não as costas, e tente não torcer o corpo.

Se você fica muito tempo sentada, procure manter a coluna bem reta. Um dos jeitos de fazer isso é apoiar os pés num banquinho, e usar um rolinho ou uma almofada na base da coluna. Levante-se e dê uma caminhada de tempos em tempos.

Evite usar salto alto e prefira sapatos bem confortáveis e firmes. Se você trabalha em pé, tente se organizar para fazer um intervalo de descanso no meio do dia.

O que posso fazer para aliviar a dor nas costas?

• Água e calor. Um banho quente de imersão, sem exagerar na temperatura da água, uma bolsa de água quente nas costas ou só o jato da água quente do chuveiro podem aliviar a dor nas costas.

• Use uma cinta de sustentação para grávidas. Seu médico pode recomendar o uso de um cinto de sustentação para ajudar a distribuir o peso da barriga e aliviar a sobrecarga nos músculos da barriga e das costas.

• Use travesseiros. Dormir de lado com um travesseiro embaixo da barriga pode reduzir a dor nas costas. Você também pode experimentar um travesseiro no meio das pernas.

• Exercícios. (Exercícios pélvicos e para a região do baixo abdome.) Para fazer exercícios abdominais de forma segura, fique de quatro e mantenha as costas retas. Inspire e, quando expirar, faça um exercício dos músculos pélvicos e ao mesmo tempo contraia a barriga. Mantenha a contração por entre 5 e 10 segundos, sem prender a respiração e sem mexer as costas. Relaxe os músculos devagar quando terminar.

• Se você tiver dor no cóccix, tome cuidado ao se sentar e arqueie as costas até ficar confortável. Use uma almofada macia ou em forma de anel, com um buraco no meio. Essas almofadas são vendidas em lojas de artigos médicos, mas você pode tentar uma bóia de criança, ou então uma almofada de amamentação.

• Tente uma massagem. Massagear a região lombar ajuda a amenizar a dor nos músculos. Experimente se apoiar nas costas de uma cadeira, sentada, ou deitar de lado. Seu parceiro pode massagear os músculos de cada lado ao longo da coluna ou se concentrar na região lombar. Um massagista profissional, um quiropraxista, o médico ou um fisioterapeuta podem ajudá-la ainda mais.

Fonte: Babycenter

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Videos sobre Gestação

Esses videos vão ajudar as mamães a saber como é o desenvolvimento de seus bebês em cada fase do desenvolvimento gestacional do feto.

Espero que gostem:















Bjus a todas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Como cuidar do umbigo do bebê

A dica de hoje é sobre um assunto que aflinge as mães, principalmente as de primeira viagem.

Após lê esse artigo garanto que as dúvidas em relão aos cuidados do umbigo do bebê não vão existir mais, caso exista, não exite em questionar o seu médico.

Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?

O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.

Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido.

Quanto tempo o cordão vai demorar para cair?

Entre 10 e 21 dias depois do nascimento, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair. No lugar dele fica uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para cicatrizar.

O dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja maiores problemas. Em caso de demora, contate o pediatra da criança só para ter certeza de que tudo está correndo como o esperado.

O umbigo precisa de algum cuidado especial?

O coto umbilical tem de ser mantido limpo e seco para evitar infecções. Bactérias que vivem naturalmente em nossa pele podem provocar infecções no coto.

Em regiões sem condições de higiene, a contaminação do coto umbilical pode levar ao tétano, uma infecção muito perigosa para recém-nascidos.

Os médicos brasileiros costumam orientar as mães a passar um cotonete com álcool a 70% (vendido nas farmácias) no coto, em todas as trocas de fralda, e deixá-lo secar naturalmente. Você pode cobrir o coto com a fralda, quando ele estiver bem sequinho, mas não coloque nenhum tipo de faixa.

Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo. Também lave as mãos antes e depois da troca de fralda.
Se o coto ficar sujo de cocô ou xixi, limpe-o bem com água e sabão ou só com água. Como o cocô do bebê é gorduroso, é melhor usar sabonete para eliminá-lo. Depois aplique o álcool.

Em outros países, o cuidado com o umbigo pode ser diferente. Em alguns, a orientação médica é de não passar nada no umbigo, nem álcool, para que ele seque mais rápido. Em outros lugares, a recomendação é de não molhar o coto, portanto não se dá banho no recém-nascido enquanto o umbigo não cai.

No Brasil, porém, os especialistas indicam o banho desde o primeiro dia de vida, sem problemas. Basta secar bem o coto e passar o álcool antes de fechar a fralda.

Está saindo do umbigo uma secreção que parece pus. É perigoso?

É normal que o coto tenha algum tipo de secreção amarelada, até parecida com pus, mas isso não significa que ele esteja infeccionado. A secreção pode ter um leve cheiro desagradável.

Também é normal aparecer um pouquinho de sangue na fralda ou na roupinha que tiver ficado em contato com o coto.

Se você estiver preocupada com a aparência ou com o cheiro do coto, peça para o médico dar uma olhada.

Com o que devo me preocupar?

Procure o médico se:

• O bebê tiver febre, ficar letárgico (quietinho demais), começar a mamar pouco ou parecer não estar bem.

• O umbigo e a área em torno dele estiverem inchados ou vermelhos.

• O coto umbilical ficar inchado ou com mau cheiro muito pronunciado (um pouco de cheiro menos agradável é normal).

O umbigo caiu, mas ficou uma feridinha. O que faço?

Depois que o coto cai, demora ainda entre sete e 10 dias para o umbigo cicatrizar completamente. Pode ser que apareça um pouquinho de sangue na fralda, o que é normal.

Continue limpando com o álcool 70%, várias vezes ao dia.

Às vezes, o umbigo leva mais tempo para cicatrizar, e pode aparecer uma carne esponjosa no local. Desde que não haja mau cheiro ou sinal de infecção, não há razão para se preocupar, esse tecido logo vai desaparecer.

Se o umbigo continuar sangrando, fale com o pediatra, porque ele pode cauterizar o local com nitrato de prata.

Depois que o coto caiu, o umbigo ficou alto. O que é isso?

Quando o umbigo da criança fica saltado, é provável que se trate de uma hérnia umbilical. As hérnias umbilicais são muito comuns e podem afetar até 20 por cento dos bebês. Normalmente elas não exigem tratamento e se resolvem sozinhas.

Converse com o pediatra do bebê. Ele vai acompanhar a hérnia nas consultas até depois do primeiro aniversário da criança, para aí sim decidir se é necessário algum tratamento ou não.
Nunca coloque nada sobre o umbigo do bebê para "deixá-lo para dentro".

Bjus

Fonte: Babycenter

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como dar Banho de Balde no seu Bebê com o Tummy Tub

Essa dica vai ajudar principalmente as mamães de primeira viajem a dar banho no seu bebê após a massagem Shantala.

Como funciona o banho de balde no bebê e quando ele pode ser adotado?

Não existe contraindicação ou uma idade certa para começar a dar banho de balde no bebê, mas às vezes é melhor esperar até o segundo ou terceiro mês de vida, quando os pais já desenvolveram segurança e habilidade suficientes para fazê-lo sem risco de machucar a criança.

Outra vantagem a partir dessa idade é a melhora do tônus do pescoço, facilitando o banho e o relaxamento.

O uso do balde ou "ofurô" parece funcionar porque deixa o bebê aconchegado, bem apertadinho e envolto em água morna, como se estivesse novamente em posição fetal dentro do útero materno.

É importante lembrar, contudo, de nunca deixar uma criança no balde sem um adulto por perto

Veja abaixo um video que ensina como você dar um banho de balde no seu bebê:




Bjus

Fonte: Baby Center

domingo, 27 de novembro de 2011

Massagem Shantala: Método de massagem para o bebé passo-a-passo

A massagem Shantala so pode ser feita depois de 1 mês de vida do bebê!

Fortalecimento do Vínculo


A Shantala, método de massagem especialmente desenvolvido para o bebê, é uma arte de dar e receber amor. Foi inspirada no livro Shantala, do obstetra francês Dr. Frederick Leboyer. Ele deu esse nome em homenagem à mulher que o encantou com a força e a beleza de um momento de amor e troca com o seu bebê.

O principal objetivo dessa milenar massagem indiana é ampliar os momentos de contato com o seu filho e fortalecer o vínculo entre vocês. Portanto, não se preocupe demais com a técnica. Cada bebê é um indivíduo e o seu sinal de satisfação é o melhor indício para saber se os movimentos estão adequados.
A única recomendação é fazer a massagem em seu bebê somente se você estiver se sentindo tranquila e relaxada.

Preparativos

1. Antes de começar o método Shantala, você vai precisar de:

- Um produto emoliente (como um óleo) de uso exclusivo infantil e dermatologicamente testado*;

- Uma toalha para apoiar o bebê;

- Uma fralda de pano seca para remover o excesso do produto, se necessário.

*Você pode usar o Óleo Vegetal para Higiene da linha Natura Mamãe e Bebê, que facilita o deslizamento das suas mãos pela pele do bebê. Não utilize-o no rosto, nem nas mãos do seu filho.
2. O bebê deve estar totalmente despido e o quarto, aquecido, para que ele não sinta frio em nenhum momento.
3. Procure uma posição confortável para vocês dois: fique em pé e massageie o bebê sobre o trocador ou, se preferir, sente-se na cama ou no chão e coloque seu filho sobre suas pernas ou a sua frente.
4. Antes de iniciar a massagem, aqueça suas mãos, friccionando uma na outra.
Passo-a passo da Masagem Shantala:
Clique nas imagens para ampliar e ler











Fonte: Site Mamãe e Bebê

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Essa dica vai para as mamães que estão grávidas

Mitos e verdades da gravidez

Você escuta tanta coisa que fica sem saber no que acreditar. Guilherme Loureiro Fernandez, chefe do Setor de Medicina Fetal e do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Maternidade Neomater, diz o que é conversa e o que deve ser levado a sério.

Quando o bebê é grande, precisa nascer de cesárea?

Mito. É claro que o peso do bebê às vezes influi na escolha adequada da via de parto, porém isso não é uma regra. É necessário antes fazer uma avaliação adequada da pelve materna (bacia) e também das condições psicológicas da gestante.

Depois de uma cesárea, não se pode mais fazer parto normal?

Mito. Após uma cesárea é recomendado, caso o parto transcorra por via vaginal, que se faça uso do fórceps, que em mãos experientes é uma importante ferramenta de auxílio. Porém, é verdade que a maioria dos obstetras prefere realizar cesárea se a paciente já passou por uma anteriormente.

Você precisa se livrar de seu gato se estiver grávida?

Mito. Os gatos de origem doméstica, que não circulam pelas ruas, têm uma pequena chance de transmitir a toxoplasmose. Se seu gato for "vagabundo", é melhor pesar o risco-benefício.

Não pode tomar nada diet durante a gravidez?

Meio mito, meio verdade. Não é bem assim, tudo depende da qualidade do adoçante utilizado. Informe-se com seu obstetra.

Barriga pontuda é menino, e espalhada é menina?

Mito. Não existe qualquer estudo que comprove tal afirmação, porém é algo muito antigo que diverte as grávidas nas conversas com amigas e familiares.

Carnes cruas, ovos e peixes não devem ser consumidos durante a gravidez?

Meio mito, meio verdade. Depende do estado imunológico da paciente ante determinadas infecções, como a toxoplasmose, que é transmitida por carnes cruas ou malpassadas e de origem não muito bem determinadas.
É preciso passar bucha nos mamilos para não racharem?

Verdade. Mas isso é muito antigo e causa dor. Hoje, há produtos à venda em farmácias que protegem os seios de possíveis rachaduras.

Pele de grávida mancha se ficar exposta ao sol?

Verdade. Principalmente para quem tem pele clara. Depois da gestação pode ser bem difícil remover essas manchas, por isso é importante o uso de protetor solar.

Se existir um risco preto na barriga, vai ter um bebê bem moreno?

Mito. Toda gestante tem um risco preto na barriga desde a púbis até quase o estômago, que se chama Linha Nigra. Quanto mais morena for, mais escura fica essa linha, pois ela decorre do depósito de melanina nessa região. Por isso, é bom evitar tomar sol na barriga durante a gravidez, porque isso dificultará o clareamento dessa linha depois do parto.

Seu cabelo voltará ao normal?
Verdade. O efeito da gestação nos cabelos é imprevisível. Algumas mulheres que têm cabelo liso ficam com eles mais ondulados. E vice-versa. E não adianta muito tentar tratá-los nessa fase, melhor aceitar a mudança. Depois do parto, você vai ter uma grande queda dos fios de cabelo, devido à baixa de hormônios. Mas, dentro de um ano, tudo deve voltar ao normal.

Cabeça feita

Colher informações, ser prática, trocar de médico, escolher o tipo de parto, preparar o quarto, o enxoval podem parecer tarefas fáceis - mas não são, principalmente para quem está grávida. A razão disso é que esse é um período muito delicado na vida da mulher, em que ela se defronta com os próprios conflitos infantis, conscientes e inconscientes. "Ela vive um estado fusional com o embrião e, com isso, uma remota e constante lembrança do próprio início de sua vida. É uma possibilidade de, vivenciando novamente essa fase, poder reparar o passado e compreender as necessidades do recém-nascido. Por isso, a gestante fica mais sensível a questões existenciais. A vinda do bebê a modifica muito, ela sai do papel de filha para entrar no lugar de mãe, e isso provoca um abalo em sua identidade", explica Ângela Clara Correa, psicóloga e diretora técnica da UNIRE (empresa de treinamento profissional que capacita babás e recreadores infantis, por exemplo), e mãe de Vinícius. Nessa reviravolta emocional, o pré-natal fará com que a grávida fique com os pés no chão, aja racionalmente, não se perca em fantasias. Há os exames que ela precisa fazer, as roupinhas que tem de providenciar, as vitaminas que deve tomar. Tudo isso ajuda a gestante a manter a "casa em ordem".

Fonte:  Revista Pais e Filhos Online