Durante os cinco meses em que ficou afastada do trabalho após o nascimento de Pedro, hoje com dois anos e oito meses, e de Luana, oito meses, a estatística Relze Fernandes, 32, carregou os filhos para cima e para baixo. E, segundo diz, não precisou deixar nenhuma atividade de lado por causa disso.
"Colocava o 'sling' de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei 'podre' de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.
Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte.
Além do aspecto prático liberar mãos e braços do adulto para outras atividades, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.
"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do 'sling', o contato com a mãe é benéfico para o lactente."
Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.
A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No 'sling', é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."
A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.
Cólicas
O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".
Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador. A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.
Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.
Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no 'sling', mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.
Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.
Fonte: Folha.com
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Minha Historia II
Bom dia Meninas,
Decidi que vou trocar de GO, vou procurar uma médica em uma cidade vizinha maior, la ela vai ter mais recursos que a minha atual médica.
Tenho consulta marcada para Sexta - Feira dia 16/12, estou com muitas esperanças de conseguir o meu tão sonhado positivo. Quero respostas mais concretas, não aguento mais ficar esperando que a gravidez ocorra, afinal, ja se passou um ano e não respondi positivamente a nenhum dos tratamentos.
Parei com a medicação semana passada porque ela estava causando muitos efeitos desagradavéis e comecei a apresentar alguns problemas de saúde que antes não tinha.
Estou muito confiante e cheia de esperanças de que tudo dê certo e o meu tão sonhado filho venha logo. Quando eu passar pela médica posto tudo que ela me falou em um novo post.
Meu filho ainda não te conheço, você ainda não foi gerado, mas o amor que sinto por você é tão grande que nem consigo descrever. Toda vez que sonho com você não da vontade de acordar, a vontade que me dar é de ficar cuidando de você e não acordar mais, agurodo o momento que você e Deus decidirem que é a hora de você vir ficar do meu lado.
Bjuss
Mamãe
Decidi que vou trocar de GO, vou procurar uma médica em uma cidade vizinha maior, la ela vai ter mais recursos que a minha atual médica.
Tenho consulta marcada para Sexta - Feira dia 16/12, estou com muitas esperanças de conseguir o meu tão sonhado positivo. Quero respostas mais concretas, não aguento mais ficar esperando que a gravidez ocorra, afinal, ja se passou um ano e não respondi positivamente a nenhum dos tratamentos.
Parei com a medicação semana passada porque ela estava causando muitos efeitos desagradavéis e comecei a apresentar alguns problemas de saúde que antes não tinha.
Estou muito confiante e cheia de esperanças de que tudo dê certo e o meu tão sonhado filho venha logo. Quando eu passar pela médica posto tudo que ela me falou em um novo post.
Meu filho ainda não te conheço, você ainda não foi gerado, mas o amor que sinto por você é tão grande que nem consigo descrever. Toda vez que sonho com você não da vontade de acordar, a vontade que me dar é de ficar cuidando de você e não acordar mais, agurodo o momento que você e Deus decidirem que é a hora de você vir ficar do meu lado.
Bjuss
Mamãe
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Nidação
Nidação é o momento em que, na fase de blástula, o embrião fixa-se no endométrio.
Da Trompa ao Útero
O embrião e posteriormente o feto para sobreviverem têm que estar "ligados" à mãe durante todo o período em que vai decorrer a gestação. Por esta razão o embrião, ao mesmo tempo que se dirige da tuba uterina para o útero, para que este mantenha o endométrio em estado de desenvolvimento conveniente para o embrião, tem que continuar a receber hormonas ováricas, mas como a LH vai acabar por deixar de ser produzida devido ao retrocontrolo negativo, o próprio embrião produz a Hormona Gonadotrópica (HCG) que vai impedir a regressão do corpo amarelo e manter a produção de Progesterona e Estrogénios.
A manutenção da produção destas hormonas continua a inibir o Hipotálamo de produzir GnRH e por consequência manter interrompido o Ciclo Éstrico (Ciclo Ovárico e Ciclo Uterino). Chegado ao útero, a zona pelúcida que envolve o embrião é destruída e este começa a crescer em virtude do fornecimento de nutrientes pelas glândulas do Endométrio.
O embrião então vai começar a afundar no Endométrio por ação de enzimas que liberta, digerindo literalmente as células do endométrio atingidas pelas referidas enzimas e nutrindo-se com os nutrientes resultantes dessa "digestão", sendo ao mesmo tempo envolvido por outras células em proliferação do endométrio — Nidação. Após este fenómeno começam a formar-se as estruturas embrionárias (Placenta, Cordão Umbilical, Saco Amniótico que vai conter o líquido amniótico que serve de protecção ao novo ser).
Por volta da 5ª semana a placenta passa a produzir ela própria os Estrogénios e a Progesterona para manter o endométrio, deixando de ser produzida a HCG o que leva à regressão do corpo amarelo.para o septo pelucido
Da Trompa ao Útero
O embrião e posteriormente o feto para sobreviverem têm que estar "ligados" à mãe durante todo o período em que vai decorrer a gestação. Por esta razão o embrião, ao mesmo tempo que se dirige da tuba uterina para o útero, para que este mantenha o endométrio em estado de desenvolvimento conveniente para o embrião, tem que continuar a receber hormonas ováricas, mas como a LH vai acabar por deixar de ser produzida devido ao retrocontrolo negativo, o próprio embrião produz a Hormona Gonadotrópica (HCG) que vai impedir a regressão do corpo amarelo e manter a produção de Progesterona e Estrogénios.
A manutenção da produção destas hormonas continua a inibir o Hipotálamo de produzir GnRH e por consequência manter interrompido o Ciclo Éstrico (Ciclo Ovárico e Ciclo Uterino). Chegado ao útero, a zona pelúcida que envolve o embrião é destruída e este começa a crescer em virtude do fornecimento de nutrientes pelas glândulas do Endométrio.
O embrião então vai começar a afundar no Endométrio por ação de enzimas que liberta, digerindo literalmente as células do endométrio atingidas pelas referidas enzimas e nutrindo-se com os nutrientes resultantes dessa "digestão", sendo ao mesmo tempo envolvido por outras células em proliferação do endométrio — Nidação. Após este fenómeno começam a formar-se as estruturas embrionárias (Placenta, Cordão Umbilical, Saco Amniótico que vai conter o líquido amniótico que serve de protecção ao novo ser).
Por volta da 5ª semana a placenta passa a produzir ela própria os Estrogénios e a Progesterona para manter o endométrio, deixando de ser produzida a HCG o que leva à regressão do corpo amarelo.para o septo pelucido
O video abaixo mostra como ocorre a nidação:
Fonte: Wikipédia
Amamentação
Quando o assunto é amamentação sempre tem alguém com uma dica. Algumas boas e outras más, mas como filtrar todas as informações e tornar esse momento prazeroso? Buscar informacão é primordial para derrubar mitos e lendas, vivenciando a amamentação plenamente.
O corpo da mulher durante a gestação é preparado para amamentar e o bebê nasce com o instinto de sugar. Com algumas dicas, complementando a natureza esse momento será feliz e tranqüilo.
Qual o posicionamento adequado: num ambiente tranqüilo, acolhedor e com o bebê acordado, posicione-se da forma que achar mais confortável e se necessário use almofadas para o seu maior conforto.
Posicione a barriga do bebê de frente para a sua, assim o seu mamilo estará de frente para o seu bebê. Ele deve abocanhar não só o mamilo, mas toda a aréola, como a boquinha bem aberta, como um peixinho. A posição correta facilita a saída do leite e evita que o bebê engula ar, o que pode contribuir para cólicas;
Qual seio deve ser oferecido ao bebê:
Ofereça um seio e quando estiver vazio ou quase vazio, ofereça o outro. Caso o bebê mame pouco no outro seio e ainda permanecer leite, na próxima mamada ofereça esse último seio. Esvaziando os seios, o bebê saciará a sede (leite protéico) e ao final será saciado de fome (leite gorduroso). Oferecendo os seios, controlando sua quantidade, evita-se problemas de ingurgitamento das mamas, a produção e esvaziamento das mamas se equilibram e o bebê ganha peso adequadamente.
Quando interromper a amamentação coloque o seu dedo mínimo no canto da boca do bebê, essa entrada de ar interrompe a sucção permitindo que o bebê solte o mamilo sem feri-lo, evitando fissuras;Amamente sempre que o bebê quiser: Cada bebê possui o seu ritmo de mamadas e cada um faz o seu próprio horário, impor horários leva a desgaste mútuo;Não é necessário complementar a amamentação: Bebês amamentados não precisam de chás, água e leite artificial. O leite materno é completo nutricionalmente para hidratar e alimentar.
Quando amamentados no seio, o bebê possui fome mais rapidamente se comparados com bebês alimentados por leite artificial, porque o leite materno é digerido com maior rapidez;Após a amamentação posicione-o em pé: nessa posição se ele ingeriu ar, arrotará e assim prevenirá cólicas;
Após a amamentação lubrifique os mamilos: passe o próprio leite nos mamilos, aréola e deixe-o secar, assim os mamilos se protegem contra fissuras;
Cuide-se saudavelmente: Alimente-se bem, ingira líquido e descanse sempre que possível. Evite bebidas alcoólicas;
Lembre-se, quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz. Amamentar, doação de amor!
Denise Gurgel Barboza
Fisioterapeuta
CREFITO 34310-F
O corpo da mulher durante a gestação é preparado para amamentar e o bebê nasce com o instinto de sugar. Com algumas dicas, complementando a natureza esse momento será feliz e tranqüilo.
Qual o posicionamento adequado: num ambiente tranqüilo, acolhedor e com o bebê acordado, posicione-se da forma que achar mais confortável e se necessário use almofadas para o seu maior conforto.
Posicione a barriga do bebê de frente para a sua, assim o seu mamilo estará de frente para o seu bebê. Ele deve abocanhar não só o mamilo, mas toda a aréola, como a boquinha bem aberta, como um peixinho. A posição correta facilita a saída do leite e evita que o bebê engula ar, o que pode contribuir para cólicas;
Qual seio deve ser oferecido ao bebê:
Ofereça um seio e quando estiver vazio ou quase vazio, ofereça o outro. Caso o bebê mame pouco no outro seio e ainda permanecer leite, na próxima mamada ofereça esse último seio. Esvaziando os seios, o bebê saciará a sede (leite protéico) e ao final será saciado de fome (leite gorduroso). Oferecendo os seios, controlando sua quantidade, evita-se problemas de ingurgitamento das mamas, a produção e esvaziamento das mamas se equilibram e o bebê ganha peso adequadamente.
Quando interromper a amamentação coloque o seu dedo mínimo no canto da boca do bebê, essa entrada de ar interrompe a sucção permitindo que o bebê solte o mamilo sem feri-lo, evitando fissuras;Amamente sempre que o bebê quiser: Cada bebê possui o seu ritmo de mamadas e cada um faz o seu próprio horário, impor horários leva a desgaste mútuo;Não é necessário complementar a amamentação: Bebês amamentados não precisam de chás, água e leite artificial. O leite materno é completo nutricionalmente para hidratar e alimentar.
Quando amamentados no seio, o bebê possui fome mais rapidamente se comparados com bebês alimentados por leite artificial, porque o leite materno é digerido com maior rapidez;Após a amamentação posicione-o em pé: nessa posição se ele ingeriu ar, arrotará e assim prevenirá cólicas;
Após a amamentação lubrifique os mamilos: passe o próprio leite nos mamilos, aréola e deixe-o secar, assim os mamilos se protegem contra fissuras;
Cuide-se saudavelmente: Alimente-se bem, ingira líquido e descanse sempre que possível. Evite bebidas alcoólicas;
Lembre-se, quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz. Amamentar, doação de amor!
Denise Gurgel Barboza
Fisioterapeuta
CREFITO 34310-F
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Os 10 maiores sintomas de que você está grávida
Há mulheres que são tão sintonizadas com o corpo que dizem conseguir perceber que estão grávidas logo depois da concepção. Mas, para a maioria das mortais, os sintomas da gravidez só começam a aparecer quando o óvulo fertilizado se implanta na parede uterina, dias depois de a fertilização ter acontecido.
Para outras, a gravidez pode passar completamente despercebida por semanas, e a desconfiança só surge quando a menstruação não vem.
Leia abaixo uma lista com os principais sinais do início da gravidez. Pode ser que você tenha todos, mas também é perfeitamente normal não ter nenhum deles, mesmo estando grávida:
1. Vontades e fome fora de hora
É, é um clichê, mas a vontade repentina de comer alguma coisa pode ser um sinal de gravidez. É um sintoma não muito confiável, porque você pode estar sugestionada (ou até ser um sinal de que seu corpo precisa de determinado nutriente), mas, se as vontades começarem a aparecer e você tiver algum outro sintoma da lista, é bom fazer as contas para saber se a menstruação não está atrasada.
A vontade de comer pode aparecer em horários estranhos, como no meio da madrugada, na forma de um "buraco" no estômago que precisa ser preenchido de qualquer jeito.
2. Bicos dos seios mais escuros e veias muito aparentes
Se a pele da aréola, a região em torno do mamilo, ficar mais escura, pode ser que você esteja grávida. O escurecimento pode também indicar algum desequilíbrio hormonal, ou ser efeito de uma gravidez anterior. Se as veias dos seus seios, mãos ou pés estão aparecendo demais, pode ser sinal de gestação (ou pode ser que você esteja acalorada!), desde que junto com algum outro sintoma da lista.
3. Sangramentos irregulares e cólicas
Se você estiver grávida, cerca de oito dias depois da ovulação, pode ser que você tenha pequenos sangramentos vaginais, como no início da menstruação, e um pouco de cólica. É um sinal de que o zigoto (o óvulo fertilizado) está se alojando no endométrio, a camada de sangue que reveste o útero e que é eliminada a cada menstruação.
Muitas mulheres têm esse tipo de escape e têm certeza de que estão para ficar menstruadas, quando na verdade já estão grávidas.
4. Vontade de fazer xixi a toda hora
Uma vez que o embrião se implanta e começar a produzir o hormônio gonadotropina coriônica humana (hCG), você pode começar a precisar ir ao banheiro com mais frequência.
Para algumas mulheres, porém, fazer mais xixi é uma característica do período pré-menstrual, portanto o sintoma pode não ser tão claro. Uma boa indicação é começar a precisar levantar para fazer xixi à noite, se antes isso nunca tinha acontecido.
5. Sono e cansaço
Você anda desmaiando no sofá à noite, na frente da TV? Passa o dia bocejando? A alta concentração de progesterona no organismo de uma mulher grávida pode deixá-la exausta.
O sono excessivo é marca registrada do início da gravidez, embora não possa ser tomado como 100 por cento sinal de gestação se aparecer isolado, sem outro sintoma.
6. Seios inchados e doloridos
Se você estiver grávida, seus seios vão provavelmente ficar cada vez mais doloridos, mais ou menos como ficam logo antes de você ficar menstruada (ou seja, mais um sinal que confunde bastante com o período da TPM), talvez com um pouco mais de intensidade. Os mamilos também podem ficar mais sensíveis. Quando o organismo se acostumar aos novos níveis hormonais, o incômodo deve melhorar.
7. Alterações no paladar ou no olfato
Você pode começar a sentir um gosto metálico na boca, ou passar a não suportar mais o sabor do café ou de algum alimento de que normalmente gosta. Ou então passar a sentir cheiros que nunca tinha notado antes, e ficar incomodada com eles.
8. Enjoos
Com sorte, a náusea só vai aparecer algumas semanas depois da concepção (as mais sortudas chegam a não ter nem um pingo de enjoo a gravidez inteira). Mas não é incomum começar a se sentir enjoada antes mesmo do atraso da menstruação. O enjoo pode aparecer a qualquer hora do dia -- e costuma piorar quando o estômago está vazio.
9. Atraso menstrual
Se você tem ciclos menstruais regulares e a menstruação está atrasada, vale a pena fazer um teste de gravidez. O atraso na menstruação é o sinal mais garantido de gravidez no caso de mulheres que têm ciclos regulares.
E finalmente...
10. Um teste de farmácia positivo
Se você obteve um resultado positivo num teste de gravidez de farmácia, feito com a urina, você deve estar mesmo grávida! O teste detecta a presença do hCG no organismo, e o hormônio só é produzido em caso de gravidez, exceto em casos raríssimos.
Às vezes o exame dá negativo porque foi feito cedo demais, por isso vale a pena esperar alguns dias e tentar de novo. Mas, com o resultado positivo nas mãos (que devem estar tremendo), não tem muito erro. Pode comemorar! Marque uma consulta com seu ginecologista para confirmar a boa notícia e já vá para nossa seção sobre gravidez. Parabéns!
Calcule para quando será o bebê e cadastre-se para receber boletins toda semana sobre a sua gravidez.
E pode começar a sonhar com o nome do nenê e o enxoval!
Leia também:
•Quando fazer o teste de gravidez
•Tomar pílula por muito tempo atrapalha as chances de engravidar?
•Como preparar seu corpo para a gravidez
•Menstruação atrasada e teste negativo? O que pode ser?
•Dá para engravidar se o homem gozar fora?
Ainda faltam alguns dias para ter certeza? Tem gente na mesma situação! Converse com elas no fórum das tentantes
• Acha que engravidou sem querer e está com medo? Respire fundo e leia nosso artigo sobre o tema.
Fonte: BabyCenter
Para outras, a gravidez pode passar completamente despercebida por semanas, e a desconfiança só surge quando a menstruação não vem.
Leia abaixo uma lista com os principais sinais do início da gravidez. Pode ser que você tenha todos, mas também é perfeitamente normal não ter nenhum deles, mesmo estando grávida:
1. Vontades e fome fora de hora
É, é um clichê, mas a vontade repentina de comer alguma coisa pode ser um sinal de gravidez. É um sintoma não muito confiável, porque você pode estar sugestionada (ou até ser um sinal de que seu corpo precisa de determinado nutriente), mas, se as vontades começarem a aparecer e você tiver algum outro sintoma da lista, é bom fazer as contas para saber se a menstruação não está atrasada.
A vontade de comer pode aparecer em horários estranhos, como no meio da madrugada, na forma de um "buraco" no estômago que precisa ser preenchido de qualquer jeito.
2. Bicos dos seios mais escuros e veias muito aparentes
Se a pele da aréola, a região em torno do mamilo, ficar mais escura, pode ser que você esteja grávida. O escurecimento pode também indicar algum desequilíbrio hormonal, ou ser efeito de uma gravidez anterior. Se as veias dos seus seios, mãos ou pés estão aparecendo demais, pode ser sinal de gestação (ou pode ser que você esteja acalorada!), desde que junto com algum outro sintoma da lista.
3. Sangramentos irregulares e cólicas
Se você estiver grávida, cerca de oito dias depois da ovulação, pode ser que você tenha pequenos sangramentos vaginais, como no início da menstruação, e um pouco de cólica. É um sinal de que o zigoto (o óvulo fertilizado) está se alojando no endométrio, a camada de sangue que reveste o útero e que é eliminada a cada menstruação.
Muitas mulheres têm esse tipo de escape e têm certeza de que estão para ficar menstruadas, quando na verdade já estão grávidas.
4. Vontade de fazer xixi a toda hora
Uma vez que o embrião se implanta e começar a produzir o hormônio gonadotropina coriônica humana (hCG), você pode começar a precisar ir ao banheiro com mais frequência.
Para algumas mulheres, porém, fazer mais xixi é uma característica do período pré-menstrual, portanto o sintoma pode não ser tão claro. Uma boa indicação é começar a precisar levantar para fazer xixi à noite, se antes isso nunca tinha acontecido.
5. Sono e cansaço
Você anda desmaiando no sofá à noite, na frente da TV? Passa o dia bocejando? A alta concentração de progesterona no organismo de uma mulher grávida pode deixá-la exausta.
O sono excessivo é marca registrada do início da gravidez, embora não possa ser tomado como 100 por cento sinal de gestação se aparecer isolado, sem outro sintoma.
6. Seios inchados e doloridos
Se você estiver grávida, seus seios vão provavelmente ficar cada vez mais doloridos, mais ou menos como ficam logo antes de você ficar menstruada (ou seja, mais um sinal que confunde bastante com o período da TPM), talvez com um pouco mais de intensidade. Os mamilos também podem ficar mais sensíveis. Quando o organismo se acostumar aos novos níveis hormonais, o incômodo deve melhorar.
7. Alterações no paladar ou no olfato
Você pode começar a sentir um gosto metálico na boca, ou passar a não suportar mais o sabor do café ou de algum alimento de que normalmente gosta. Ou então passar a sentir cheiros que nunca tinha notado antes, e ficar incomodada com eles.
8. Enjoos
Com sorte, a náusea só vai aparecer algumas semanas depois da concepção (as mais sortudas chegam a não ter nem um pingo de enjoo a gravidez inteira). Mas não é incomum começar a se sentir enjoada antes mesmo do atraso da menstruação. O enjoo pode aparecer a qualquer hora do dia -- e costuma piorar quando o estômago está vazio.
9. Atraso menstrual
Se você tem ciclos menstruais regulares e a menstruação está atrasada, vale a pena fazer um teste de gravidez. O atraso na menstruação é o sinal mais garantido de gravidez no caso de mulheres que têm ciclos regulares.
E finalmente...
10. Um teste de farmácia positivo
Se você obteve um resultado positivo num teste de gravidez de farmácia, feito com a urina, você deve estar mesmo grávida! O teste detecta a presença do hCG no organismo, e o hormônio só é produzido em caso de gravidez, exceto em casos raríssimos.
Às vezes o exame dá negativo porque foi feito cedo demais, por isso vale a pena esperar alguns dias e tentar de novo. Mas, com o resultado positivo nas mãos (que devem estar tremendo), não tem muito erro. Pode comemorar! Marque uma consulta com seu ginecologista para confirmar a boa notícia e já vá para nossa seção sobre gravidez. Parabéns!
Calcule para quando será o bebê e cadastre-se para receber boletins toda semana sobre a sua gravidez.
E pode começar a sonhar com o nome do nenê e o enxoval!
Leia também:
•Quando fazer o teste de gravidez
•Tomar pílula por muito tempo atrapalha as chances de engravidar?
•Como preparar seu corpo para a gravidez
•Menstruação atrasada e teste negativo? O que pode ser?
•Dá para engravidar se o homem gozar fora?
Ainda faltam alguns dias para ter certeza? Tem gente na mesma situação! Converse com elas no fórum das tentantes
• Acha que engravidou sem querer e está com medo? Respire fundo e leia nosso artigo sobre o tema.
Fonte: BabyCenter
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Dor nas costas na gravidez
A partir do segundo ou terceiro trimestre, preste atenção se a dor nas costas vem em ondas, e olhe no relógio para ver se elas têm alguma regularidade.
Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura. Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.
Tenho como prevenir a dor nas costas?
Um dos fatores benéficos é estar na melhor forma física possível antes de engravidar. Se você já está grávida, não é tarde demais para melhorar seu condicionamento físico.
Fazer exercícios reduz a probabilidade de sofrer dor nas costas na gestação. Se você não está acostumada a se exercitar, comece devagar, com orientação do seu médico.
Fazer atividades físicas moderadas com frequência, manter uma boa postura, evitar levantar peso e seguir algumas orientações simples para cuidar das costas podem prevenir o surgimento de dor. Se você tiver que carregar alguma coisa, segure o objeto bem perto do corpo, dobre os joelhos, e não as costas, e tente não torcer o corpo.
Se você fica muito tempo sentada, procure manter a coluna bem reta. Um dos jeitos de fazer isso é apoiar os pés num banquinho, e usar um rolinho ou uma almofada na base da coluna. Levante-se e dê uma caminhada de tempos em tempos.
Evite usar salto alto e prefira sapatos bem confortáveis e firmes. Se você trabalha em pé, tente se organizar para fazer um intervalo de descanso no meio do dia.
O que posso fazer para aliviar a dor nas costas?
• Água e calor. Um banho quente de imersão, sem exagerar na temperatura da água, uma bolsa de água quente nas costas ou só o jato da água quente do chuveiro podem aliviar a dor nas costas.
• Use uma cinta de sustentação para grávidas. Seu médico pode recomendar o uso de um cinto de sustentação para ajudar a distribuir o peso da barriga e aliviar a sobrecarga nos músculos da barriga e das costas.
• Use travesseiros. Dormir de lado com um travesseiro embaixo da barriga pode reduzir a dor nas costas. Você também pode experimentar um travesseiro no meio das pernas.
• Exercícios. (Exercícios pélvicos e para a região do baixo abdome.) Para fazer exercícios abdominais de forma segura, fique de quatro e mantenha as costas retas. Inspire e, quando expirar, faça um exercício dos músculos pélvicos e ao mesmo tempo contraia a barriga. Mantenha a contração por entre 5 e 10 segundos, sem prender a respiração e sem mexer as costas. Relaxe os músculos devagar quando terminar.
• Se você tiver dor no cóccix, tome cuidado ao se sentar e arqueie as costas até ficar confortável. Use uma almofada macia ou em forma de anel, com um buraco no meio. Essas almofadas são vendidas em lojas de artigos médicos, mas você pode tentar uma bóia de criança, ou então uma almofada de amamentação.
• Tente uma massagem. Massagear a região lombar ajuda a amenizar a dor nos músculos. Experimente se apoiar nas costas de uma cadeira, sentada, ou deitar de lado. Seu parceiro pode massagear os músculos de cada lado ao longo da coluna ou se concentrar na região lombar. Um massagista profissional, um quiropraxista, o médico ou um fisioterapeuta podem ajudá-la ainda mais.
Fonte: Babycenter
Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura. Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.
Tenho como prevenir a dor nas costas?
Um dos fatores benéficos é estar na melhor forma física possível antes de engravidar. Se você já está grávida, não é tarde demais para melhorar seu condicionamento físico.
Fazer exercícios reduz a probabilidade de sofrer dor nas costas na gestação. Se você não está acostumada a se exercitar, comece devagar, com orientação do seu médico.
Fazer atividades físicas moderadas com frequência, manter uma boa postura, evitar levantar peso e seguir algumas orientações simples para cuidar das costas podem prevenir o surgimento de dor. Se você tiver que carregar alguma coisa, segure o objeto bem perto do corpo, dobre os joelhos, e não as costas, e tente não torcer o corpo.
Se você fica muito tempo sentada, procure manter a coluna bem reta. Um dos jeitos de fazer isso é apoiar os pés num banquinho, e usar um rolinho ou uma almofada na base da coluna. Levante-se e dê uma caminhada de tempos em tempos.
Evite usar salto alto e prefira sapatos bem confortáveis e firmes. Se você trabalha em pé, tente se organizar para fazer um intervalo de descanso no meio do dia.
O que posso fazer para aliviar a dor nas costas?
• Água e calor. Um banho quente de imersão, sem exagerar na temperatura da água, uma bolsa de água quente nas costas ou só o jato da água quente do chuveiro podem aliviar a dor nas costas.
• Use uma cinta de sustentação para grávidas. Seu médico pode recomendar o uso de um cinto de sustentação para ajudar a distribuir o peso da barriga e aliviar a sobrecarga nos músculos da barriga e das costas.
• Use travesseiros. Dormir de lado com um travesseiro embaixo da barriga pode reduzir a dor nas costas. Você também pode experimentar um travesseiro no meio das pernas.
• Exercícios. (Exercícios pélvicos e para a região do baixo abdome.) Para fazer exercícios abdominais de forma segura, fique de quatro e mantenha as costas retas. Inspire e, quando expirar, faça um exercício dos músculos pélvicos e ao mesmo tempo contraia a barriga. Mantenha a contração por entre 5 e 10 segundos, sem prender a respiração e sem mexer as costas. Relaxe os músculos devagar quando terminar.
• Se você tiver dor no cóccix, tome cuidado ao se sentar e arqueie as costas até ficar confortável. Use uma almofada macia ou em forma de anel, com um buraco no meio. Essas almofadas são vendidas em lojas de artigos médicos, mas você pode tentar uma bóia de criança, ou então uma almofada de amamentação.
• Tente uma massagem. Massagear a região lombar ajuda a amenizar a dor nos músculos. Experimente se apoiar nas costas de uma cadeira, sentada, ou deitar de lado. Seu parceiro pode massagear os músculos de cada lado ao longo da coluna ou se concentrar na região lombar. Um massagista profissional, um quiropraxista, o médico ou um fisioterapeuta podem ajudá-la ainda mais.
Fonte: Babycenter
Quando procurar um tratamento para engravidar
Cerca de 80% dos casais demoram até um ano para concretizar a gravidez. Se esse prazo já passou, avalie se é hora de recorrer aos últimos recursos da medicina.Você e seu companheiro decidiram ter um bebê, interromperam os anticoncepcionais, passaram a ler tudo sobre o assunto e tempos depois... nem sinal de gravidez. Essa história é familiar? Especialistas em fertilidade garantem ser normal a espera. “As chances de um casal jovem, saudável, que mantém relações sexuais com frequência, engravidar gira entre 20 e 25% a cada ciclo”, explica o ginecologista e obstetra Newton Busso, fundador do Projeto Beta e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Por isso, é natural que o exame de gravidez só dê positivo por volta de um ano após o início das tentativas. “Esse é o tempo que quase 80% dos casais levam para ter um filho. Se aumentar a espera para dois anos, o percentual sobe para 98%”, diz Gilberto Freitas, responsável pelo Setor de Reprodução Humana do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
Mas, no geral, quando a cegonha não vem depois de mais de 12 meses de tentativas, é sinal de que há algo errado com uma das partes envolvidas no projeto de gerar um bebê ¬– sem falar quando o problema está nos dois protagonistas da história. “Nesse caso, o mais aconselhável é pedir ajuda a um especialista”, recomenda Freitas. Um ano tentando engravidar já é o suficiente para dar início a uma bateria de exames que diagnosticam distúrbios por trás dessa frustração.
Essa regra, no entanto, não é válida para pessoas jovens, com saúde em dia e sem histórico de cirurgia ou problemas no aparelho reprodutivo. A palavra jovem aqui merece atenção especial, principalmente no caso das mulheres. Isso porque a idade delas é um dos fatores que mais influenciam na dificuldade de ter filhos. A explicação é simples: os óvulos envelhecem com o avançar dos anos, perdendo gradativamente a capacidade reprodutiva.
“O auge da fertilidade feminina acontece entre os 18 e 20 anos”, explica o especialista em reprodução humana Paulo Olmos, do Projeto de Reprodução Humana Alfa, em São Paulo. “A partir daí, começa o declínio e, aos 35 anos, as condições para gerar um bebê decaem para 70%. Aos 38, essa porcentagem cai para 50%, chegando a 10% após os 40 anos”, finaliza.
O mesmo raciocínio também vale para as técnicas de reprodução assistida, que têm o seu sucesso atrelado às condições físicas da candidata à mãe. Dessa forma, mulheres que já estão na terceira década de vida e desejam engravidar não devem demorar em procurar o auxílio de um médico. “Se já tem ou passou dos 35 anos, bastam seis meses de tentativas naturais. Esperar além disso pode significar a diminuição nas chances de um resultado positivo em métodos como a fertilização in vitro”, diz Olmos.
Antecedentes médicos – como cirurgia para tratar endometriose nas mulheres (quando o tecido que reveste a cavidade uterina invade outras partes do corpo) e para os homens alguma operação nos testículos – podem estar diretamente relacionados a problemas de fertilidade. Quem já passou por esses procedimentos deve procurar um especialista tão logo decida encomendar um bebê.
Fonte bebeabril
Por isso, é natural que o exame de gravidez só dê positivo por volta de um ano após o início das tentativas. “Esse é o tempo que quase 80% dos casais levam para ter um filho. Se aumentar a espera para dois anos, o percentual sobe para 98%”, diz Gilberto Freitas, responsável pelo Setor de Reprodução Humana do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
Mas, no geral, quando a cegonha não vem depois de mais de 12 meses de tentativas, é sinal de que há algo errado com uma das partes envolvidas no projeto de gerar um bebê ¬– sem falar quando o problema está nos dois protagonistas da história. “Nesse caso, o mais aconselhável é pedir ajuda a um especialista”, recomenda Freitas. Um ano tentando engravidar já é o suficiente para dar início a uma bateria de exames que diagnosticam distúrbios por trás dessa frustração.
Essa regra, no entanto, não é válida para pessoas jovens, com saúde em dia e sem histórico de cirurgia ou problemas no aparelho reprodutivo. A palavra jovem aqui merece atenção especial, principalmente no caso das mulheres. Isso porque a idade delas é um dos fatores que mais influenciam na dificuldade de ter filhos. A explicação é simples: os óvulos envelhecem com o avançar dos anos, perdendo gradativamente a capacidade reprodutiva.
“O auge da fertilidade feminina acontece entre os 18 e 20 anos”, explica o especialista em reprodução humana Paulo Olmos, do Projeto de Reprodução Humana Alfa, em São Paulo. “A partir daí, começa o declínio e, aos 35 anos, as condições para gerar um bebê decaem para 70%. Aos 38, essa porcentagem cai para 50%, chegando a 10% após os 40 anos”, finaliza.
O mesmo raciocínio também vale para as técnicas de reprodução assistida, que têm o seu sucesso atrelado às condições físicas da candidata à mãe. Dessa forma, mulheres que já estão na terceira década de vida e desejam engravidar não devem demorar em procurar o auxílio de um médico. “Se já tem ou passou dos 35 anos, bastam seis meses de tentativas naturais. Esperar além disso pode significar a diminuição nas chances de um resultado positivo em métodos como a fertilização in vitro”, diz Olmos.
Antecedentes médicos – como cirurgia para tratar endometriose nas mulheres (quando o tecido que reveste a cavidade uterina invade outras partes do corpo) e para os homens alguma operação nos testículos – podem estar diretamente relacionados a problemas de fertilidade. Quem já passou por esses procedimentos deve procurar um especialista tão logo decida encomendar um bebê.
Fonte bebeabril
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